Archive for the ‘Minha vida de cachorro’ Category

Editando o auto increment no MySQL

Tuesday, December 15th, 2009

Hoje tive um probleminha com uma base, onde precisei em uma tabela pular vários índices. Infelizmente o PHPMyAdmin não permite editar o AUTO_INCREMENT de uma tabela, de forma que tive que ir buscar lá na documentação do MySQL. Fuça daqui, fuça dali, eis que achei a solução:

alter table tabela AUTO_INCREMENT = valor

Extremamente simples, não? :-)

Ordenando por campos compostos no MySQL

Wednesday, December 2nd, 2009

Hoje me deparei com uma situação meio que inusitada: fui obrigado a ordenar uma tabela por código de produtos.

Até aí tudo normal, se não fossem os códigos algo como ‘CT 70′, ‘CT 100′, ‘CT 40′, ‘LG 90′, e por aí vai. O problema é que se eu faço um SELECT * ORDER BY codigo ele retorna a seqüência anterior assim: ‘CT 100′, ‘CT 40′, ‘CT 70′, ‘LG 90′. Como se pode observar o’ CT 100′ vem antes do ‘CT 40′ e ‘CT 70′, já que para o MySQL está fazendo uma ordenação por string.

Assim sendo, o que fazer? Bem, felizmente o MySQL tem a função substring-index, que permite que a gente quebre uma string usando um delimit. Assim, para ordenar de forma correta temos: SELECT * ORDER BY SUBSTRING_INDEX(codigo, ‘ ‘, 1) ASC, SUBSTRING_INDEX(codigo, ‘ ‘, -1) +0 ASC. Por que o select é duplo? Um para ordenar primeiramente pelos caracteres iniciais (sem ele nosso exemplo ficaria  ‘CT 40′, ‘CT 70′,’LG 90′, ‘CT 100′) e o segundo para ordenar de forma numérica (a conversão se dá graças ao + 0 acrescentado após a função). Com isso obtemos a ordem correta: ‘CT 40′, ‘CT 70′, ‘CT 100′, ‘LT 90′.

E obrigado ao Paulo Cazarotto pela ajuda :-) Nunca que eu ia pensar em somar zero para converter de string para numérico… :-D

Executar ou exibir?

Thursday, November 26th, 2009

Eis que hoje consegui resolver um detalhe de uso do Ubuntu que a tempos tem me enchido o saco, que é o seguinte: quando se usa algum script que chama algum aplicativo (caso do DB Designer Fork), ao se dar um duplo clique aparece uma mensagem “Você quer executar * ou exibir seu conteúdo?”.

aviso

Fico me perguntando quem abre o arquivo para visualizar ele com a mesma freqüência com que o executa mas enfim… O caso é que para parar com essa encheção de saco é simples: basta ir, no painel do Gnome, em Locais e abrir um navegador de arquivos. Ir então em Editar > Preferências e ir na aba Comportamento. Uma vez ali é marcar na opção “Executar arquivos textos executáveis quando forem aberto”.

janela

Feito isto é clicar em Fechar e pronto! A partir daí, quando se der um duplo clique no script, ele abre direto, como deveria ser desde o início dos tempos. :D

CakePHP no Ubuntu

Saturday, November 7th, 2009

Bem, no meu trabalho atualmente estou usando o CakePHP para desenvolver páginas. E hoje, depois de ter feito o upgrade na minha máquina para o Ubuntu 9.10, fui testar um site que estou fazendo e ele veio inteiro, porém sem um CSS ou JS. Nesses casos, dava um erro 404 ao acessar os arquivos.

“Bem, deve ser erro no mod_rewrite…”, pensei. Fui olhar e estava ok, funcionando. Então o que podia ser? Daí fuça daqui, fuça dali, acabei descobrindo o que houve: parece que na atualização o arquivo /etc/apache2/sites-available/default foi mudado e todas as diretivas AllowOverride estavam setadas como None. Então, setei o AllowOverride para All em <Directory /> e <Directory /var/www>, salvei o arquivo e reinicializei o Apache. Resultado? Funcionou! :-) O chato é que levei uma tarde inteira para achar essa informação sobre o AllowOverride… :-(

Assim sendo, fica a dica caso você esteja enfrentando os mesmos problemas. ;-)

A quantas ando

Tuesday, April 7th, 2009

Ok, só para constar: em julho do ano passado eu pedi demissão da Unisinos. Depois de 11 anos trabalhando lá achei que estava mais que na hora de sair da zona do conforto e tentar algo novo. Assim procura aqui, procura ali, e um amigo me avisa que há uma vaga na ADPLabs do Brasil e lá fui eu. Ótimo lugar para trabalhar, com uma equipe muito legal, só que com o inconveniente de ter que ir todo o dia para Porto Alegre. Não que com o Trensurb isso seja um problema, na verdade o ruim era desembarcar na estação São Pedro e ver  o ônibus saindo naquele exato momento. Daí dá-lhe esperar uns 15 minutos até aparecer outro. Ok, tudo bem se fosse uma vez que outra, mas não, era quase todo santo dia. E depois, na hora de voltar, era comum ter que esperar quase meia hora para aparecer um para ir pro metrô. Daí, com essas esperas, mais o tempo de caminhada da minha casa até o Trensurb e vice-versa, eu gastava mais de 2 horas em traslado.E quer saber? Isso cansa.

Foi então que no começo de fevereiro apareceu um convite para trabalhar em outro lugar, no caso na F1 Soluções, empresa do meu caro amigo Eduardo “Gordinez” Oliveira, o baterista da extinta Not So Easy. Topei o desafio de pegar uma empresa pequena, que está crescendo rápido, e no dia 2 de março comecei aqui como desenvolvedor e líder técnico, ajudando a melhorar os processos de desenvolvimento da casa, baseado na minha experiência na Unisinos e nos 7 meses que tive de ADPLabs. O detalhe: a empresa é uma incubada do Pólo de Informática da Unisinos, de forma que estou praticamente de volta à casa onde me formei. É interessante ver como nesse caso a minha vida dá voltas.

E nesse meio tempo a Taila começou a trabalhar como secretária escolar numa escola municipal de São Leopoldo, ao mesmo tempo que estava estudando pro vestibular da UFRGS. Então, vendo essa correria toda não é de estranhar que o SinosRock tenha ficado para trás e tenha morrido. Simplesmente a gente não conseguiu mais dar conta de manter o site. Mas agora, com a Taila na UFRGS (a secretaria da escola ela deixou pra lá: era muito stress, de forma que não valia a pena) e comigo com mais tempo livre, nada impede a retomada do projeto, e assim que der ele volta ao ar.

Bem, basicamente é isso. E se quiser acompanhar melhor o que ando fazendo, lendo, ouvindo, etc e tal, sugiro que me acompanhe  no Twitter. ;-)

Tenho que por a leitura em dia…

Wednesday, January 28th, 2009

Eu sempre fui um cara de ler muito. Calculo que antes dos 20 anos eu tenha lido cerca de 1.000 livros, visto que eu costumava ler pelo menos uns 2 ou 3 livros por semana desde que  os meus 10 anos. Sim, eu era um adolescente com muito tempo livre, e a minha leitura era razoavelmente rápida: só para ter uma idéia eu li todos os 4 volumes d’As Brumas de Avalon em uma semana. Depois que eu entrei na universidade minha taxa de leitura de livros de ficção caiu bastante, não tanto por deixar de ler, mas sim por me voltar à leitura de livros técnicos, e com a Internet eu passei a ler menos livros ainda, já que há tanta coisa para ler na Internet que falta tempo para ler os clássicos.

Assim, quando vi que o jornal britânico The Guardian publicou uma lista de 1000 novelas que todos devem ler fui dar uma conferida se eu estava fazendo a lição de casa. O resultado? Não, não estou fazendo. Dos 1.000 livros indispensáveis aí da lista eu só li 56 deles! A saber:

  • Our Man in Havana by Graham Greene
  • High Fidelity by Nick Hornby
  • Zazie in the Metro by Raymond Queneau
  • Portnoy’s Complaint by Philip Roth
  • A Study in Scarlet by Arthur Conan Doyle
  • The Talented Mr Ripley by Patricia Highsmith
  • Perfume by Patrick Suskind
  • Two Serious Ladies by Jane Bowles
  • The Outsider by Albert Camus
  • The Old Man and the Sea by Ernest  Hemingway
  • Steppenwolf by Herman Hesse
  • Under the Volcano by Malcolm Lowry
  • The Catcher in the Rye by JD Salinger
  • Swiss Family Robinson by Johann David  Wyss
  • Dom Casmurro Joaquim by Maria Machado de Assis
  • Breakfast at Tiffany’s by Truman Capote
  • The Lover by Marguerite Duras
  • Zorba the Greek by Nikos  Kazantzakis
  • The Unbearable Lightness of Being by Milan Kundera
  • Lady Chatterley’s Lover by DH Lawrence
  • Women in Love by DH Lawrence
  • One Hundred Years of Solitude by Gabriel Garcia Marquez
  • Tropic of Cancer by Henry Miller
  • Lolita, or the Confessions of a White Widowed Male by Vladimir Nabokov
  • Delta of Venus by Anais Nin
  • Valley of the Dolls by Jacqueline Susann
  • The Hitchhikers Guide to the Galaxy by Douglas  Adams
  • Foundation by Isaac Asimov
  • Vathek by William Beckford
  • Fahrenheit 451 by Ray Bradbury
  • Naked Lunch by William Burroughs
  • The Passion of New Eve by Angela Carter
  • The Man who was Thursday by GK  Chesterton
  • Childhood’s End by Arthur C Clarke
  • Foucault’s Pendulum by Umberto Eco
  • Neuromancer by William Gibson
  • Stranger in a Strange Land by Robert A Heinlein
  • Dune by Frank L Herbert
  • Brave New World by Aldous Huxley
  • The Left Hand of Darkness by Ursula  Le Guin
  • A Canticle for Leibowitz by Walter M Miller Jr
  • The Little Prince by Antoine de Saint-Exupery
  • Frankenstein by Mary Shelley
  • Dracula by Bram Stoker
  • The Lord of the Rings by JRR Tolkien
  • Orlando by Virginia Woolf
  • The Plague by Albert Camus
  • Couples by John Updike
  • The Sheltering Sky by Paul Bowles
  • Journey to the End of the Night by Louis-Ferdinand Celine
  • Robinson Crusoe by Daniel Defoe
  • Asterix the Gaul by Rene Goscinny
  • Moby-Dick or, The Whale by Herman Melville
  • Zen and the Art of Motorcycle Maintenance by Robert  Pirsig
  • Maus by Art Spiegelman
  • Around the World in Eighty Days by Jules Verne

Ok, ali entre os 1.000 tem um monte que eu comecei a ler e não fui até o fim (tipo o Ulisses, o O Nome da Rosa ou o Don Quixote) mas isso não atenua o fato de que eu estou meio mal na foto. Acho que é o caso de aproveitar melhor as viagens de metrô entre Porto Alegre e São Leopoldo que eu faço diariamente e meter a cara nos livros.

Tradutores online: quem sabe a gente fazendo parte do G8 eles não me melhoram?

Monday, January 5th, 2009

A questão de alguns meses atrás fiz um teste com o Google Translator usando uma frase do Chico Buarque: O que será que será que dá dentro da gente e que não devia?.  Bem, estava dando uma olhadinha nos meus feeds e lá pelas tantas vi uma dica sobre um tradutor feito pela Microsoft. Na mesma hora pensei: como será que ele se sai no teste? Só para constar o Google continua traduzindo a frase acima para What would be giving into the people and that should not?, porém retornando dessa vez Qual seria o que dá para a gente e que não deve?. Como se pode ver não é nenhuma beleza de tradução… Vamos à Microsoft então:

What is to be 2003/484/CFSP(2) within the people and that should not?

MAS QUE DIABOS É ISSO ? ? ? 2003/484/CFSP(2) ????  Ok, vamos dar uma chance pro tradutor e fazer de conta que o que retornou foi What is to be within the people and that should not?. Indo na ferramenta e traduzindo a frase para o português temos então O que é nas pessoas e que não deve?, o que não é nada mal! Tem muito mais sentido que a frase que o Google retornou! Está bem longe do perfeito, mas enfim está melhor.

Mas já que estamos testando tradutores como será que se sai o AjaxTrans, site que fiquei conhecendo pelo StumbleUppon esse fim de semana? Bem, a frase em inglês saiu What would be giving into the people and that should not?. Hm, peraí, eu já vi isso antes, não? ;-) Só para confirmar, em português a frase acima foi convertida para Qual seria o que dá para a gente e que não deve?. É, como se pode ver o Joel Parish faz uso do Google Translator na ferramenta dele… :-)

Mas enfim, resolvi antes de fechar esse post fazer mais um teste: como seria se cada ferramenta convertesse para o português a frase gerada em inglês pela concorrente? Bem, a Microsoft converteu What would be giving into the people and that should not? para O que seria dar para as pessoas e que não deve?, e o Google translator converteu What is to be within the people and that should not? para Qual é a de estar dentro das pessoas e que não deve?. Esperava ver um resultado melhor, as duas trabalhando junto, mas ainda não foi dessa vez…

Jeito capilé de ser

Sunday, January 4th, 2009

Olha, pode-se falar o que for de São Leopoldo, menos que ela não é uma cidade interessante. Por mais que a gente veja a decadência no centro, as armações políticas, as paradas que se dá na produção cultural, sempre há algo para se ver na cidade. Ok, pode ser que algumas coisas você não goste, como o perfil da vida noturna da cidade que é composta por carros andando na rua principal da cidade tocando funk sem parar, com o povo na calçada parado em grupos tomando cerveja, mas o caso é que há uma vida noturna. Esses dias o namorado da minha cunhada soltou um “Lá em Caxias às 22 horas dão o toque de recolher e todo mundo some” com um certo toque de inveja na voz, isso quando a gente estava caminhando à meia-noite na Independência, meio que indignados com o movimento àquela hora.

Enfim, assim é São Leopoldo, e entre as coisas boas de São Leopoldo é que tem um povo que trabalha para levantar a cidade. Ok, nem todas as tentativas dão certo, mas que se tenta se tenta. E uma das iniciativas mais interessantes que tem nos últimos tempos é o do podcast Paisanos em Prosa, onde 3 turrões chatos (o Éver Ribeiro, o Zeca Baronio e o Tchakaruga de Paranaguá) que tem como característica um gosto meio esnobe onde só Chico Buarque realmente presta “coletam” figuras de São Leopoldo e entrevistam elas. Eu, da minha parte, só fui conferir o projeto quando o Marcelo Armani da SOL e o Cidade da Viana Moog* foram lá, e acabei indo conferir as edições anteriores e confesso que achei bem interessantes as pessoas entrevistadas, o que mostra que se numa cidade de quase 200 mil habitantes você não acha pessoas interessantes tu tá morando num lugar muito dos mequetrefes…

* Ah sim, já que falei na Viana Moog, aí vai a dica: tá na rede (com a devida autorização verbal – “pode por na rede! precisamos divulgar esse disco!” – do Cidade) o cd Viana Moog, de 2008.

Oi! Voltei! Sentiu minha falta? Não? Imaginei…

Monday, December 29th, 2008

Pois é, eis que depois de 5 meses eis que estou de volta ao blog. Não que isso fizesse grande falta ao mundo, mas pode ter certeza que eu senti falta de blogar. Mas se eu senti falta disso porque não blogava? Bem, vários fatores, mas os dois principais são: eu não conseguia mais entrar no Wordpress, já que o mesmo estava hiper-mega-desatualizado, e como eu não estava com vontade de incomodar o síndico fui deixando, sempre pensando “um dia eu atualizo o WP, e aproveito para tirar os posts antigos do b2…” até que resolvi esse fim de semana tomar vergonha na cara e mandar ver. Infelizmente não passei os comentários ainda, já que vou ter que acertar o índice de todos, assim como não relacionei os posts com as categorias, mas isso é tudo coisa que vou fazer na medida do possível…

Já o segundo motivo é que o trabalho lá na ADP Labs tá rendendo. Sim, valeu a pena sair da Unisinos para ganhar um pouco menos. Sim, valeu a pena ter que enfrentar quase 3 horas para ir e voltar ao trabalho, quando antes eu podia ir e voltar à pé em 1h30. Sim, valeu a pena quebrar toda a rotina que eu tinha, o que fez com que o meu regime fosse pra cucuia. Sim, valeu a pena tudo isso. Estou aprendendo muito, sinto que estou crescendo como profissional e posso dizer que sair da zona de conforto dá um medo desgraçado, mas é uma coisa muito boa a se fazer.

Bem, enfim, cá estou eu de volta. Sentiu minha falta? Não? Imaginei…

Hackearam meu ICQ

Sunday, June 13th, 2004

Pois é, quem entrar na página do UIN 636464 vai ver que tá lá a minha foto mas o texto é uma coisa maluca que só vendo. Pois bem, o que aconteceu foi o seguinte: sexta-feira de noite eu cheguei em casa, depois da festa de aniversário da Heidi, e me conectei na Internet. No que eu entrei o Bidão entra em contato comigo e diz que é para mim participar de um chat. Eu estranhei (“Chat no ICQ???”) mas o cara me disse que era para colocar o email tal no lugar tal (que eu não tenho acesso agora para ver qual é o nome, acho que é no Description) e eu resolvi conferir. Graaaaande erro. Esqueci que colocando ali o cara podia solicitar a senha do meu UIN e bingo, foi o que aconteceu. Sim, fui vítima de uma engenharia social das mais óbvias, não levando em conta que a conta do Bidão tinha sido hackeada. Fui na confiança e me ferrei, perdendo o UIN que eu usava desde 1998. Assim sendo crianças, aí­ vai a dica: se alguém vier com um papo de chat via ICQ manda o cara catar coquinho.

E agora o jeito é esperar o pessoal da AOL me devolver meu UIN. Pelo sim pelo não na dúvida a partir de hoje não fale mais comigo pelo ICQ (pelo menos até eu dizer aqui no blog que recuperei o número) que aquele cara lá não sou eu.