{"id":110,"date":"2001-05-18T00:55:00","date_gmt":"2001-05-18T03:55:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-03-26T20:28:43","modified_gmt":"2014-03-26T23:28:43","slug":"que_lester_bangs_que_nada","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/archives\/110","title":{"rendered":"Que Lester Bangs que nada!"},"content":{"rendered":"<p>Reclamei feito um doido por ter me comprometido em escrever algo sobre o Cocteau Twins pro Douglas, da <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/musiczine.cjb.net\" target=\"_top\">MusicZine<\/a>, e mesmo assim, depois que entreguei o artigo, acabei aceitando escrever outro, dessa vez sobre o <b>Ru\u00eddo Rosa<\/b>, do Pato Fu. Pensei: vai ser f\u00e1cil, afinal sou f\u00e3 do grupo. Da\u00ed que me toquei a droga que \u00e9 ser cr\u00edtico: para um artigo sair bem \u00e9 preciso apontar os defeitos. <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/salonmag.com\/directory\/topics\/lester_bangs\/\" target=\"lester\">Lester Bangs<\/a> era especialista nisso: ele simplesmente destru\u00eda as bandas atrav\u00e9s das p\u00e1ginas da Rolling Stones. E sinceramente eu n\u00e3o quero destruir os patins&#8230; Gosto demais deles para ficar procurando defeito. A sorte \u00e9 que o CD est\u00e1 muito, mas muito bom, mas a\u00ed temos outro problema: como escrever algo elogioso sem ficar parecendo baba\u00e7\u00e3o? Socorro! \u00c9 nessas hora que eu me lembro porque eu estudei inform\u00e1tica, e n\u00e3o jornalismo&#8230; <\/p>\n<p>E falei, falei mas nada de mostrar o texto que mandei. Ok, a\u00ed vai: <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/charles.pilger.inf.br\/textos\/cocteautwins.htm\">Cocteau Twins, sons sobre tesouros<\/a>. Esse foi o texto que foi enviado, com 5200 caracteres, n\u00e3o o publicado, com 3500. Sinceramente, acho que assim maior ficou melhor. E agora com licen\u00e7a que eu tenho que escrever um artigo, que o meu prazo t\u00e1 s\u00f3 uma semana estourado \ud83d\ude09<\/p>\n<p>Ah, sim, claro, um \u00faltimo coment\u00e1rio antes de ir: mas como fumam essas gurias hoje em dia! Pelo menos as blogueiras ga\u00fachas (a <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/weblog.antropomorphica.com\/\" target=\"Viv\">Viv<\/a>, a <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/www.geocities.com\/nebulargrrl\/blogger.html\" target=\"chemical\">ChemicalSister<\/a> e a <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/cherree.org\/banana\/\" target=\"banana\">Mariana<\/a>) mandam ver nos canudinhos geradores de c\u00e2ncer. S\u00f3 falta a <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/diariodacris.blogspot.com\/\" target=\"cris\">Cris<\/a> fumar tamb\u00e9m pro encontro das blogueiras ga\u00fachas virar literalmente fuma\u00e7a &#8230; N\u00e3o sei se \u00e9 impress\u00e3o minha, mas hoje em dia quem mais fuma s\u00e3o realmente as mulheres. Para cada homem fumante que eu conhe\u00e7o h\u00e1 duas conhecidas pra pedir fogo. Muito estranho isso, j\u00e1 que fumar sempre foi vendido como sendo algo viril (o que \u00e9 extremamente ir\u00f4nico, j\u00e1 que cigarro pode causar impot\u00eancia). Como \u00e9 que a mulherada acabou caindo na armadilha?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reclamei feito um doido por ter me comprometido em escrever algo sobre o Cocteau Twins pro Douglas, da MusicZine, e mesmo assim, depois que entreguei o artigo, acabei aceitando escrever outro, dessa vez sobre o Ru\u00eddo Rosa, do Pato Fu. Pensei: vai ser f\u00e1cil, afinal sou f\u00e3 do grupo. 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