{"id":1403,"date":"2003-05-12T00:31:45","date_gmt":"2003-05-12T03:31:45","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/archives\/1403","title":{"rendered":"Poupe seu tempo e seu cora\u00e7\u00e3o garoto&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Fiquei pensando esse fim de semana que as pessoas deveriam ter um sinal na testa ou em qualquer parte do corpo mostrando que elas est\u00e3o apaixonadas. Um sinal meio m\u00e1gico, que s\u00f3 a pessoa que fosse o objeto da paix\u00e3o n\u00e3o pudesse ver, para a coisa toda n\u00e3o perder a gra\u00e7a (sedu\u00e7\u00e3o, aproxima\u00e7\u00e3o, essas coisas). Isso serviria para uma coisa muito importante: a pessoa que olhasse o sinal saberia que a pessoa est\u00e1 apaixonada, mas n\u00e3o por ela. <\/p>\n<p>Quantas ilus\u00f5es tal sinal destruiria, poupando assim cora\u00e7\u00f5es e mentes? Ou ser\u00e1 que a vida perderia a gra\u00e7a? Afinal, quantos romances n\u00e3o foram escritos em cima desses enganos e nas desventuras decorrentes? Quantas hist\u00f3rias boas j\u00e1 n\u00e3o vieram disso? Quantos m\u00fasicas? Filmes? E se houvesse tal sinal, que hist\u00f3rias viriam numa realidade dessas? Qual seria a gra\u00e7a nesse mundo? Como se sentiria o marido que de repente v\u00ea na testa da sua esposa o sinal? Como seria tal sociedade? Ser\u00e1 que haveriam crimes passionais?<\/p>\n<p>Brincando brincando d\u00e1 pr\u00e1 fazer uma bela fic\u00e7\u00e3o de fantasia em cima de um pequeno sinal&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fiquei pensando esse fim de semana que as pessoas deveriam ter um sinal na testa ou em qualquer parte do corpo mostrando que elas est\u00e3o apaixonadas. Um sinal meio m\u00e1gico, que s\u00f3 a pessoa que fosse o objeto da paix\u00e3o n\u00e3o pudesse ver, para a coisa toda n\u00e3o perder a gra\u00e7a (sedu\u00e7\u00e3o, aproxima\u00e7\u00e3o, essas coisas). [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1403"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1403"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1403\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1403"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1403"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1403"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}