{"id":1656,"date":"2003-09-08T22:18:07","date_gmt":"2003-09-09T01:18:07","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/archives\/1656","title":{"rendered":"Brrrrr"},"content":{"rendered":"<p>Wired News: <a href=\\\"http:\/\/br.wired.com\/wired\/tecnologia\/0,1155,14169,00.html\\\">Sons graves despertam \\&#8221;fantasmas\\&#8221;<\/a><\/p>\n<blockquote><p>\nCientistas comprovaram que sons extremamente graves, conhecidos como infrassom, produzem uma grande variedade de efeitos estranhos sobre as pessoas, incluindo ansiedade, tristeza profunda e calafrios. <\/p>\n<p>Um grupo de pesquisadores produziu um som grave inaud\u00edvel ao ouvido humano usando um tubo de sete metros e testou seu impacto sobre um grupo de 750 pessoas durante um concerto. Quando o som estava presente na m\u00fasica, mais de 20% das pessoas relataram experi\u00eancias incomuns, como a sensa\u00e7\u00e3o de intranq\u00fcilidade, tristeza e arrepios na espinha. As pessoas tamb\u00e9m relataram n\u00e1usea e medo. A plat\u00e9ia n\u00e3o sabia quando o som estava sendo emitido e quando n\u00e3o estava.\n<\/p><\/blockquote>\n<p>E procurando por <b>infrasom<\/b> na rede cruzei com <a href=\\\"http:\/\/www.airpower.maxwell.af.mil\/apjinternational\/apj-p\/pmcgowan.html\\\">essa<\/a> p\u00e9rola:<\/p>\n<blockquote><p>\nInfra-som. Trata-se de uma poderosa arma s\u00f4nica de freq\u00fc\u00eancia ultrabaixa (FUB), que pode penetrar edif\u00edcios e ve\u00edculos, podendo ser direcionada e regulada. Como uma arma, o infra-som e a baixa freq\u00fc\u00eancia implicam as mesmas preocupa\u00e7\u00f5es do som de alta intensidade. Ap\u00f3s ser exposto ao infrasom de alta intensidade, a v\u00edtima sofre de desorienta\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o na capacidade de executar tarefas sensorio-motoras simples. Em n\u00edveis elevados, cobaias param temporariamente de respirar. Os princ\u00edpios e conclus\u00f5es concernentes a sons de alta intensidade aplicam-se ao infra-som. O sofrimento n\u00e3o seria maior do que o determinado por armas convencionais. O sofrimento deve ser proporcional aos objetivos militares. O som deve ser aplicado de modo que o dano a n\u00e3ocombatentes seja incidental, face aos objetivos militares. <\/p>\n<p>Infelizmente, enormes sistemas de altofalantes s\u00e3o necess\u00e1rios para garantir a direcionalidade, sendo gigantesca a demanda de energia el\u00e9trica. A interdi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas \u00e9 uma miss\u00e3o muito plaus\u00edvel para esse mecanismo, visto que o n\u00edvel de dor ou dano cresce, de modo previs\u00edvel, com o decr\u00e9scimo do alcance. Um invasor cometeria efetivamente suic\u00eddio, caso mostrasse a for\u00e7a de vontade para superar os n\u00edveis crescentes de dor.\n<\/p><\/blockquote>\n<p>Putz! S\u00f3 na cabe\u00e7a de um militar para dizer \\&#8221;infelizmente\\&#8221; numa situa\u00e7\u00e3o dessas&#8230; Mas, enfim, a pergunta que n\u00e3o quer calar \u00e9: ser\u00e1 que o <a href=\\\"http:\/\/www.livejournal.com\/users\/mikepatton\\\">Mike Patton<\/a> j\u00e1 est\u00e1 sabendo de tudo isso? <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Wired News: Sons graves despertam \\&#8221;fantasmas\\&#8221; Cientistas comprovaram que sons extremamente graves, conhecidos como infrassom, produzem uma grande variedade de efeitos estranhos sobre as pessoas, incluindo ansiedade, tristeza profunda e calafrios. Um grupo de pesquisadores produziu um som grave inaud\u00edvel ao ouvido humano usando um tubo de sete metros e testou seu impacto sobre um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1656"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1656"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1656\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1656"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1656"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1656"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}