{"id":350,"date":"2001-10-13T01:48:00","date_gmt":"2001-10-13T04:48:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/archives\/350","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<p>Dica: n\u00e3o compre a \u00faltima Super Interessante. J\u00e1 <a href=\"http:\/\/www.concatenum.com\/#6227188\" target=concatenum>havia lido sobre isso<\/a>, mas n\u00e3o acreditei:<\/p>\n<blockquote><p>\n<b>Linux<\/b>: Linguagem de programa\u00e7\u00e3o. Considerada como uma esp\u00e9cie de Xanadu por quem a conhece bem, foi desenvolvida pelo finland\u00eas Linus Torvalds em 1991. Baseada na linguagem Unix, o Linux funciona em qualquer sistema operacional, \u00e9 gratu\u00edto, flex\u00edvel e mais um monte de coisas. Quem quiser pode acompanhar a hist\u00f3ria de seu desenvolvimento passo a passo (por meio da reprodu\u00e7\u00e3o de documentos da \u00e9poca e coment\u00e1rios do autor) no site do pr\u00f3prio Torwalds: www.li.org\/linuxhistory.php. Ver Unix.\n<\/p><\/blockquote>\n<p>De onde foi tirada essa p\u00e9rola? Do gloss\u00e1rio contido no caderno especial <b>Odiss\u00e9ia Digital 2<\/b>, escrito por Jack London e Max Gehringer. Simplesmente um erro atr\u00e1s do outro. Vai desde coisas simples, como dizer que o endere\u00e7o da <a href=\"http:\/\/www.fapesp.br\" target=\"fapesp\">Fapesp<\/a> \u00e9 www.fapesp.com.br (n\u00e3o tem o .com e se algu\u00e9m tentar acessar retornar\u00e1 um erro de DNS) ou que o criador do <a href=\"http:\/\/www.sun.com\/950523\/columns\/alertbox\/history.html\" target=\"hipertexto\">hipertexto<\/a> foi Tim Bernards-Lee (na verdade, ele ligou o conceito de hipertexto ao de rede, criando uma forma de hipertexto distribu\u00eddo) at\u00e9 coisas bem mais s\u00e9rias como a defini\u00e7\u00e3o acima. Outra p\u00e9rola? Que tal essa: <\/p>\n<blockquote><p>\n<b>exe<\/b>: Sinal de perigo. Essa \u00e9 a termina\u00e7\u00e3o para os arquivos execut\u00e1veis, aqueles que, depois que a gente aciona, parecem adquirir vida pr\u00f3pria e saem fazendo estripulias dentro do nosso micro. Os v\u00edrus v\u00eam todos com essa termina\u00e7\u00e3o, da\u00ed abrir qualquer arquivo que tenha .exe sem estar absolutamente certo da origem \u00e9 um risco danado. E certeza da origem n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um e-mail de uma pessoa conhecida, sem nenhuma mensagem al\u00e9m do anexo em .exe, porque os espalhadores de v\u00edrus podem mandar em e-mail para qualquer um de n\u00f3s, usando o nome do nosso melhor amigo, sem o coitado saber de nada.\n<\/p><\/blockquote>\n<p>Eu fico imaginando o pobre do usu\u00e1rio leigo que l\u00ea a defini\u00e7\u00e3o acima e entrando no diret\u00f3rio C:WINDOWS. Ele vai ver aquele monte de arquivos .EXE e entrar em parafuso. Outra coisa muito importante: v\u00edrus n\u00e3o s\u00e3o apenas .exe. Seguindo a receita acima o pobre do usu\u00e1rio vai abrir com tranq\u00fcilidade um .pif, um .doc, um .com&#8230; \u00c9 justamente o tipo de dica que n\u00e3o se d\u00e1, pois pode levar um leigo ao erro, e um erro muito perigoso.   <\/p>\n<p>Sinceramente n\u00e3o h\u00e1 o que dizer de um gloss\u00e1rio desses. Tudo bem que se d\u00ea uma que outra derrapada, mas bem que os autores podiam descer de seus pedestais de gurus e chamar um t\u00e9cnico para conferir se n\u00e3o h\u00e1 nenhuma bobagem. At\u00e9 onde eu me lembro isso tem um nome: prepot\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dica: n\u00e3o compre a \u00faltima Super Interessante. J\u00e1 havia lido sobre isso, mas n\u00e3o acreditei: Linux: Linguagem de programa\u00e7\u00e3o. Considerada como uma esp\u00e9cie de Xanadu por quem a conhece bem, foi desenvolvida pelo finland\u00eas Linus Torvalds em 1991. 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