{"id":43,"date":"2001-03-02T21:30:00","date_gmt":"2001-03-03T00:30:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2014-03-26T16:14:41","modified_gmt":"2014-03-26T19:14:41","slug":"mamonas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/archives\/43","title":{"rendered":"5 anos sem Mamonas"},"content":{"rendered":"<p>Hoje faz 5 anos que os <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/www.tca.com.br\/mamonas\/\" target=\"_top\">Mamonas Assassinas<\/a> morreram num acidente de avi\u00e3o. \u00c9 gozado olhar para tr\u00e1s e ver que no dia 13\/02\/1996 eu fiz a primeira p\u00e1gina sobre o grupo na Internet e s\u00f3 fui ouvir o CD deles pela primeira vez no dia 01\/03, um dia antes do acidente. Porque eu fui fazer uma p\u00e1gina dos Mamonas se nem conhecia o trabalho deles direito? Bem, \u00e9 melhor ler a hist\u00f3ria na pr\u00f3pria <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/www.tca.com.br\/mamonas\/tca.htm\" target=\"_top\">p\u00e1gina<\/a>. O fato \u00e9 que eu ouvi e gostei do trabalho deles. N\u00e3o achei nada excepcional, mas achei bem feito. E havia umas verdadeiras p\u00e9rolas, como a m\u00fasica <b>1406<\/b>, que tinha o estribilho:<\/p>\n<blockquote><p>MONEY, que \u00e9 GOOD n\u00f3is num HAVE (HEAVY!)<br \/>\nSe n\u00f3is HAVasse n\u00f3is num tava aqui WORKando,<br \/>\no nosso WORK \u00e9 PLAY\u00e1.<\/p><\/blockquote>\n<p>Depois dos Mamonas veio uma s\u00e9rie de bandas tentando repetir a f\u00f3rmula deles, de rock com humor. A que se saiu melhor foi <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/www.virguloides.com.br\" target=\"_top\">Os Virgul\u00f3ides<\/a>, que, como disse meu amigo Leandro Mohr, faziam samba pr\u00e1 ingl\u00eas ouvir. Mas, mesmo assim, seu sucesso ficou restrito a uma \u00fanica m\u00fasica, que foi <b>Bagulho no Bumba<\/b>. Se eles fizeram coisas melhores que isso ningu\u00e9m sabe ningu\u00e9m viu&#8230; Das outras bandas que tentaram seguir a trilha lan\u00e7ada pelos Mamonas tem uma que merece destaque: \u00e9 a <a href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/*\/http:\/\/www.an.com.br\/2000\/dez\/08\/0ane.htm\" target=\"_top\">Banda Repolho<\/a>, de Chapec\u00f3 &#8211; SC. Infelizmente essa banda nunca fez sucesso, j\u00e1 que eles tinham letras realmente engra\u00e7adas. E s\u00f3 ver esse trecho onde eles falam da cidade deles: <b>&#8220;Aqui n\u00e3o acontece nada, n\u00e3o h\u00e1 nada para fazer, voc\u00ea olha para mim, e eu olho para voc\u00ea!&#8221;<\/b>.<\/p>\n<p>Mas o fato \u00e9: 5 anos se passaram, e o Rock Brasil nesse meio tempo n\u00e3o melhorou muito. Os Mamonas podiam ser insuport\u00e1veis devido \u00e0 super-exposi\u00e7\u00e3o, mas ao contr\u00e1rio de bandas como O Surto eles sabiam tocar e bem. E eles conseguiram fazer do rock um sucesso, mesmo na \u00e9poca do sertanojo e do &#8220;pagodi&#8221;, abrindo espa\u00e7o para bandas s\u00e9rias, como Chico Science, que apareceram na mesma \u00e9poca.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje faz 5 anos que os Mamonas Assassinas morreram num acidente de avi\u00e3o. \u00c9 gozado olhar para tr\u00e1s e ver que no dia 13\/02\/1996 eu fiz a primeira p\u00e1gina sobre o grupo na Internet e s\u00f3 fui ouvir o CD deles pela primeira vez no dia 01\/03, um dia antes do acidente. Porque eu fui [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":232990,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43\/revisions\/232990"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.charles.pilger.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}