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Wired News: Sons graves despertam \”fantasmas\”

Cientistas comprovaram que sons extremamente graves, conhecidos como infrassom, produzem uma grande variedade de efeitos estranhos sobre as pessoas, incluindo ansiedade, tristeza profunda e calafrios.

Um grupo de pesquisadores produziu um som grave inaudível ao ouvido humano usando um tubo de sete metros e testou seu impacto sobre um grupo de 750 pessoas durante um concerto. Quando o som estava presente na música, mais de 20% das pessoas relataram experiências incomuns, como a sensação de intranqüilidade, tristeza e arrepios na espinha. As pessoas também relataram náusea e medo. A platéia não sabia quando o som estava sendo emitido e quando não estava.

E procurando por infrasom na rede cruzei com essa pérola:

Infra-som. Trata-se de uma poderosa arma sônica de freqüência ultrabaixa (FUB), que pode penetrar edifícios e veículos, podendo ser direcionada e regulada. Como uma arma, o infra-som e a baixa freqüência implicam as mesmas preocupações do som de alta intensidade. Após ser exposto ao infrasom de alta intensidade, a vítima sofre de desorientação e redução na capacidade de executar tarefas sensorio-motoras simples. Em níveis elevados, cobaias param temporariamente de respirar. Os princípios e conclusões concernentes a sons de alta intensidade aplicam-se ao infra-som. O sofrimento não seria maior do que o determinado por armas convencionais. O sofrimento deve ser proporcional aos objetivos militares. O som deve ser aplicado de modo que o dano a nãocombatentes seja incidental, face aos objetivos militares.

Infelizmente, enormes sistemas de altofalantes são necessários para garantir a direcionalidade, sendo gigantesca a demanda de energia elétrica. A interdição de áreas é uma missão muito plausível para esse mecanismo, visto que o nível de dor ou dano cresce, de modo previsível, com o decréscimo do alcance. Um invasor cometeria efetivamente suicídio, caso mostrasse a força de vontade para superar os níveis crescentes de dor.

Putz! Só na cabeça de um militar para dizer \”infelizmente\” numa situação dessas… Mas, enfim, a pergunta que não quer calar é: será que o Mike Patton já está sabendo de tudo isso?

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