Alô câmbio!

Que o Marcos, o Gordinez e o Arlen me desculpem, mas não vai dar para ir no show da winston, Not So Easy e 7 to 9 lá em Esteio amanhã, visto que eu tenho um daqueles programas obrigatórios para ir:

SinosNet: Tempestades de Paixão chega a sua terra natal

Uma das peças mais premiadas do grupo taquarense Theatrum do Tambo, Tempestades de Paixão, estará em cartaz pela primeira vez em sua terra natal neste final de semana. O espetáculo, que estreou em 1998, já percorreu o Brasil e só não havia sido apresentado em Taquara devido à inexistência de palcos que suportassem as pesadas estruturas do cenário. “Estamos muito entusiasmados de poder nos apresentar em Taquara, cidade da qual temos orgulho”, confessa a diretora, Angela Gonzaga, que também é atriz e professora de teatro.

As apresentações ocorrerão no sábado e no domingo, sempre às 21 horas, na Sociedade 5 de Maio. Os ingressos antecipados custam 8 reais, podendo ser adquiridos nas Faculdades de Taquara (Faccat) ou na loja Kamajo. Na hora, custarão 10 reais. Quem apresentar o cartão do assinante do Jornal NH terá 20% de desconto.

Quem viu vai ter que concordar comigo: é imperdível! E levando em conta que é em Taquara City, sempre tem aquele elemento de \”em casa é mais emocionante\”. :-)

Silenzio. No hay banda.

Palhaçada. É horrível dizer isso mas é essa a palavra que resume o show de hoje da Deus e o Diabo e da Blanched. Não, não foi porque as bandas tocaram mal, porque a qualidade do som era sofrivel, porque um dos integrantes de uma das bandas resolveu sair no tapa com alguém. Não, nada disso, afinal estamos falando de duas bandas sérias, que não são chegadas em ficar fazendo baixarias. O problema foi o que dono do Basttidores Bar (um tal de Teodoro) fez e que foi uma total falta de respeito para com os artistas e o público.

A noite estava indo bem. Ok, ok, a Thiane me falou que os vídeos que estavam programados não iriam ser mostrados por problemas técnicos mas tudo bem, a gente deixa por isso mesmo, afinal o importante era o que ia acontecer no palco. E o que dá para dizer do show da DEOD? Apenas isso: foi ótimo, maravilhoso. Hoje havia um entrosamento perfeito entre os membros da banda, entrosamento esse que não teve no show anterior lá no Dr. Jeckyll (e que a própria banda chegou a comentar no blog dela). Além disso as participações mais que especiais do pessoal da Monodia no violino e no violão foram extremamente felizes. E o que foi a música nova (Silêncio)? Boa, muito boa mesmo. E, ao mesmo tempo que se lamenta o fato dela não estar no CD que logo estará saindo, se comemora por se saber, desde já, que o CD posterior contará com uma música daquelas. Assim sobre o show da DEOD só posso dizer que quem não foi perdeu.

E daí veio a Blanched, que começaram tocando Ter estado aqui. Até aí tudo normal. O problema começou durante a execução de Tristes dos que procuram dentro de si respostas, porque lá só há espera. Foi quando o tal de Teodoro foi falar com o pessoal da DEOD num estado bastante alterado. No que acabou a música foi o cara junto com o Guilherme, baixista da DEOD, falar com o Leonardo. A banda então baixou o volume dos instrumentos, dando as tintas do que estava acontecendo. Detalhe: o som não estava alto, estava normal. A banda começou a tocar, dessa vez Mandrágora, e o cara do bar foi falar com o Muriel, que tava no canto do palco na dele, esperando a vez dele voltar a tocar. Peraí, eu disse falar? O cara meteu a boca no Muriel, isso sim. E de uma forma bastante agressiva, descontrolada.

Acabada Mandrágora, mais uma vez o cara pediu para que o som fosse baixado. E nesse ponto insisto: não estava alto, não estava MESMO. Eu estava sentado bem na frente da banda, e o volume que eles estavam tocando nem se compara com o de outros shows, onde se saia com os ouvidos zunindo. Os membros da banda conversaram e concluíram que não havia condições de tocar, afinal abaixando mais ainda o volume isso descaracterizaria o som deles, e então de forma lacônica se despediram do público. Acompanhando depois o desenrolar da coisa toda ouvi o dono do bar argumentando que havia recebido dois telefonemas de pessoas reclamando da música (ou seja: duas pessoas no telefone tem mais poder de voz que todo o público de mais de 50 pessoas que estavam dentro do bar), que aquilo lá não era o que tinha sido combinado (?), que a “Cachorro Louco” (sic) botava 500 pessoas lá dentro (olha, duvido que caibam 500 pessoas dentro daquele caixotinho) e não tocavam tão alto. Ou seja: nada que justificasse o desrespeito ao trabalho que estava sendo mostrado lá. Lamentável, simplesmente lamentável.

Ok, o que eu achei da atitude da banda? Achei acertada, plenamente justificável. E não, não falo isso por ser amigo dos integrantes da banda nem nada, mas como ouvinte, alguém que conhece o trabalho da banda e sabe que distorções fazem parte do trabalho feito. Eles poderiam ter baixado o som mais ainda? Sim, mas não seria mais a Blanched, e sim uma sombra pálida da banda, de forma que de qualquer maneira o público sairia perdendo. E lá se foi uma noite que tinha tudo para ser bela, com duas das minhas bandas preferidas tocando junto. Fiquei na hora brincando, até para não deixar o desânimo imperar de vez, que isso ia pros anais da Blanched, que ia fazer parte daquelas lendas que todo grupo coleciona, etc, etc, mas o caso é que foi triste ver o abatimento do pessoal da Deus e o Diabo, que tinha programado uma senhora noite (aliás, merece destaque o trabalho do material distribuído nas mesas com as letras das músicas, com certeza uma boa idéia) e viu tudo naufragar, a tristeza do pessoal da Blanched, que teve seu show abortado, e a tristeza do público, que de repente ficou sem ver o show que queria. E tudo isso por causa de um idiota. Um grande idiota…

Silenzio. No hay banda. No hay banda.

Controle tolo

Hoje fui obrigado a tirar um feeds lá da lista do RSSficado. No caso foi o feeds do O Globo. E porque eu tive que fazer isso? Foi por que, além de mudarem o endereço da página de notícias atuais deles, ela pede uma senha. Assim sendo, peço desculpas aos leitores dO Globo que faziam uso daquele RSS ali mas infelizmente não tenho o que fazer nesse caso. E lamento profundamente que O Globo tenha fechado justo essa página. Custava deixar essa aberta para daí pedir a senha para as pessoas interessadas em ler a notícia? :-(

Chamar de máfia é pouco

Cultura e Mercado: Filmes brasileiros podem ficar sem trilha sonora

Há mais de dez anos tramitando nos tribunais, a briga entre as redes exibidoras de cinema do país e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, o Ecad, organização responsável por cobrar os direitos autorais relativos à execução pública de músicas nacionais ou estrangeiras, começa a causar problemas reais. Segundo o Jornal do Brasil, no dia 7 de agosto, o Superior Tribunal de Justiça decidiu em favor do Ecad, que agora pode cobrar mensalmente das redes cinematográficas 2,5% sobre o total bruto da venda de ingressos pela execução pública das trilhas sonoras. Tendo o aval da justiça, entre os dias 9 e 16 deste mês, em Salvador, na Bahia, dez salas da rede UCI, permaneceram com o som desligado, por decisão da 1ª Câmara Cível do Estado.

(…)

Com 202 salas espalhadas por todo o Brasil, Luiz Severiano integra o grupo de exibidores que contesta a decisão em favor do Ecad. Segundo ele, o direito pelas músicas executadas nos filmes é pago pelos produtores antes da exibição, no momento da escolha da trilha sonora. “Não faz sentido que eles (os direitos pela execução das músicas) sejam pagos duas vezes, recebendo também direitos por um trabalho musical pelo qual já haviam sido pagos”, explica Severiano.

Sinceramente? O ECAD já tá virando um câncer! Esse povo não tem noção do ridículo?

Estado de sítio

E eis que mais uma vez a polícia curitibana mostrou sua truculência:

A Polícia Civil do Paraná ontem (22/10) invadiu o VOX Café e parou uma apresentação do Gente Boa da Melhor Qualidade.

O show estava transcorrendo normalmente, com o bar cheio e todo mundo se divertindo. Porém, na última música, os meganhas entraram parando com o som e mandando ligar a luz. No começo a gente achou até divertido. Afinal o Leo estava voltando para a Espanha e foi um show de confraternização. Era até bacana que acabasse, triunfalmente, com a enrada da polícia. Só que aos poucos as coisas foram ficando meio tensas. Os polícias começaram a pressionar a Márcia, proprietária do Vox, supostamente procurando menores no recinto.

Mas o pior veio depois. Em uma cena típica dos tempos da ditadura, Douglas, integrante do Gente Boa, ficou detido durante mais de 30 minutos atrás do balcão sem qualquer explicação. E ainda teve que ver o policial puxando a arma e ameaçando atirar nele. E todo mundo que estava no bar viu que o Douglas não fez nada e não acreditavam no que estava acontecendo. Logo depois, um cliente do bar, que tirava fotos da ação policial, levou uma chave de braço e foi conduzido para trás do balcão, que virou uma espécie de \”cadeia de festa junina\”. Depois de muita confusão e muitos telefonemas, os policiais deixaram o bar como se nada tivesse acontecido, sob a vaia do público presente.

Eu, que tive o desprazer de levar um paratequieto de um brigadiano armado quando estive lá no 4º Rock de Inverno só me pergunto se a secretaria de segurança pública leva em conta que essas batidas poderiam ser feitas de uma forma que levassem em conta os direitos dos cidadãos, e não esse absurdo que tem se observado. Afinal, o que custa esperar o show terminar para discutir com o dono do bar as irregularidades? Ou será que querem mostrar serviço da pior maneira possível? \”Ah! Que bom! Eles estão aqui andando de armas nas mãos porque estão preocupados com a nossa segurança!\” – vai ver que é isso que eles acham que a gente pensa…

Eu quero!


Custa 69,99 libras. Tira 150 fotos em 640×480 ou 310 em 320×240. Grava vídeos de 25 segundos com som. Grava 8 minutos de áudio. Pode ser usado como um flashcard, transportando dados de um computador para outro (8 Mb). Só falta uma bond-girl acompanhando 😀