Erro estratégico

Conversando com a Nay pelo ICQ percebi que cometi um erro estratégico importante: não foi definido um local pro pessoal se encontrar antes de fazer o mob em si. Afinal o pessoal não se conhecia, como é que eles iam saber quem estava ali para participar ou era um freguês? Ela disse que ficou lá pela loja, procurando o pessoal, até que chegou o Renato, namorado da Karen, e conversou com ela. Se eu tivesse ido poderia ter feito o elo nesse caso mas não teria adiantado em nada no todo, visto que mais da metade dos emails que se cadastraram no povaréu eram de pessoas que eu não conhecia. Assim, o pessoal se encontraria antes, veria que tem mais gente participando da coisa toda e daí iria para o local do mob. Fica anotado isso no caderninho para a próxima tentativa, junto com uma análise do calendário para ver se não há festivais de Gramado ocorrendo em paralelo (várias pessoas me comentaram ontem que não iriam pois estariam hoje na Serra) ou coisa do gênero…

Putz!

Sabe o flashmob em São Leopoldo? Era para ser às 11h15. A que hora o Charles aqui acordou? 11h20! Sim, eu fui capaz de perder um troço que eu organizei! Isso sim é o cúmulo da songamonguice!

Droga!

Update: consegui falar pelo telefone com dois amigos que foram. Segundo eles umas 5, 6 pessoas apareceram. Ou seja: não rolou. E segundo um deles o próximo flashmob vai ser entrar no meu blog e me xingar por ter dado o bolo 😳

coisas que a gente descobre por aí

Fui na festa em Esteio (que estava muito massa) e lá a Doroty me falou que tinha colocado uma coisinha a meu respeito no blog dela. Peguei o endereço, fui conferir e dei de cara com isso:

DOROTY E OS IDOLATRADOS

Me lembrei de quantas pessoas cruzaram o meu caminho desde que comecei a sair de casa novamente. É sempre assim, você se fecha para o mundo e o mundo se fecha para você. Pessoas de todos os estilos e conversas, pessoas de bem, pessoas que não te querem bem. Muita gente ficou na minha vida, sem ter falado muito ou, tendo falado bastante, meus amigos de verdade. O tipo de ser humano que me quer por perto, que gosta do meu jeito irônico, revoltado, faceiro e crítico. Sou realmente o tipo de pessoa que se ama ou simplesmente, se odeia.

Citarei nomes para que vejam, que se sintam à vontade para virem sempre falar comigo, meus amigos nesta vida, que compartilham das minhas alegrias e tristezas há muito tempo.

(…)

Pilger, o carinha mais romântico e divertido que já conheci. Um garoto que não tem vergonha de expor os seus sentimentos. Sente e simplesmente fala. É raro encontrar pessoas assim hoje em dia. Uma pessoa muito especial realmente.

Confesso que fiquei surpreso quando li isso, realmente surpreso. Só posso dizer muito obrigado a ela por ter essa opinião a meu respeito 🙂

CD made in jukebox

Lobão já entroou para a história da música brasileira com a númeração de CDs e a idéia de vende-los em bancas. Agora ele apronta mais uma:

Gil encampa máquina de vender CD

Com aval do cantor Lobão, invento permite que o consumidor crie seu próprio disco e pague com um cartão magnético. Ministro levou projeto à Agência Financiadora de Estudos e Projetos

Rio – O desenvolvimento de uma nova forma de vender discos, em máquinas eletrônicas, com cartões magnéticos, deve ser a primeira parceria entre o Ministério da Cultura (Minc) e a Agência Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O projeto é do engenheiro e ex-professor Fernando Bezerra, de Lins (SP), e do empresário Nelson Martins, de Campinas. Para obter os recursos necessários ao desenvolvimento do protótipo, o ministro Gilberto Gil levou os dois ao presidente da Finep, Sergio Rezende, que se entusiasmou de imediato.

Bezerra e Martins foram apresentados a Gilberto Gil pelo cantor Lobão, que se desligou das gravadoras em 1998 e vendeu 97 mil exemplares do CD A Vida É Doce em bancas de revista. Lobão é um dos entusiastas do novo invento, que permite a cada pessoa criar seu disco particular, com as músicas preferidas, ou seguir a sugestão do artista escolhido. Ontem mesmo, o ministro e Resende fizeram a primeira reunião para detalhar a parceria, incluindo seu custo e a forma de financiamento.

De acordo com o projeto, máquinas semelhantes a caixas eletrônicos são instaladas em locais públicos e, com um cartão magnético com 30 créditos adquirido previamente, o comprador escolhe suas músicas preferidas, pagando-as com uma quantidade de créditos determinada pelo músico ou a gravadora que distribui o disco. Esgotado o cartão, a máquina emite o disco e sua capa. \”O preço do disco cai 50% porque não se paga transporte nem estoque. Se hoje um CD custa entre R$ 20,00 e R$ 25,00, sai por R$ 10,00, com lucro para todos\”, explicou Bezerra.

A capacidade inicial da máquina é de 34 mil músicas e o tempo médio calculado para gravar um disco, de oito minutos. \”O projeto prevê inicialmente música, mas serve para tudo o que pode ser digitalizado: filmes, videoclipes, fotos, etc\”, ressaltou Gil. Bezerra lembrou que o sistema atrai para a legalidade os vendedores de discos piratas, que hoje tomaram 60% do mercado formal, segundo dados da Associação Brasileira de Produtores Fonográficos (ABPF). \”Se eles vendem música com a máquina, terão o mesmo lucro, sem os riscos da ilegalidade e da perseguição policial.\” Apesar de entusiasmado com o projeto, o presidente da Finep não adiantou um prazo para testar a invenção nem de quanto dispõe para financiá-la. Mas Gil lembrou que fazer a ponte entre os criadores e as agências governamentais é uma das atribuições da sua pasta.

E a César o que é de César: vi esse link no no mínimo | Weblog.

E vou aproveitar e dar uma dica: Gil, será que não dá para pedir para esse pessoal colocar uma opção de \”Gravar CD do Kurumin\”?

A minha sexta-feira!

E hoje vou brincar de DJ nessa festa aqui (sim, eu sou a discotecagem Gordurama):

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O detalhe é que amanhã de manhã vai ter o flashmob do Povaréu-SL. Quero só ver eu acordar a tempo para ir 😀

E amanhã de noite vou na NEO e comemorar o aniversário da Fofuxinha. E novamente eu quero ver acordar domingo de manhã para ir na casa dos meus pais em Taquara. Vai ser um fim de semana que vou passar as tardes dormindo 🙂

Africa

Estou pensando seriamente em colocar nos meus filtros de email a palavra Africa. O que tiver essa palavra vai imediatamente pro lixo. Sério, acho que até hoje não recebi um email que fosse com a palavra no email que não fosse spam. Putz, será que o continente só aparecem em emails com o golpe da Nigéria???

Doideira

Nunca queira fazer 3 sites em 2 dias… Simplesmente a sensação é a de que um caminhão passou por cima da gente e ainda deu uma ré completando o serviço antes de prosseguir em frente.

Óbvio que o fato de ter ido num show ontem de noite colabora, se bem que, se eu não tivesse ido, teria dormido mal pra burro…