Findi em Poa

Não vou porque pretendo ir ver a Viana Moog, a Space Rave e a Walverdes no Tequila Pub em Novo Hamburgo, mas não custa nada divulgar:


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A Denix eu não conheço no palco, eu só ouvi uns mp3s deles e fiquei naquelas, visto que as letras são em inglês (levei tempo, por exemplo, para realmente gostar da Not So Easy por conta disso, mesmo achando a música uma porrada muito legal). Já Tom Bloch é Tom Bloch. Há quem ache um bando de chorões, há quem ache eles ruim de palco, enfim, mas que as músicas deles são boas são. E o disco deles é uma maravilha.

Tem um olho que brilha assim eletronicamente… Coisa lôca!

E eis que no meio do programa do Ruy Carlos Ostermann o Fabrício inventa de falar sobre blogs e sai isso. Prooooonto… Ok, ok, pelo menos ele não fez como me disse pelo telefone, onde ele brincou que tinha falado no ar que eu estava escrevendo mesmo um livro. Ia ser o maior vaporware da literatura gaúcha.

E em vez do cara aproveitar e fazer propaganda do blog novo dele ele joga o corpo fora e dia que \”não pratica o blog\”. Tsk tsk tsk… Ia ser o primeiro blog famoso antes do autor botar um único post que seja! Perdeu a chance Fabrício, perdeu a chance!

Update: esse blog tá só Carpinejar hoje… três posts sobre o cara num dia só é demais!

O lado bom da vida

Acabo de receber por email a newsletter da Revista Época e lá vi que há um artigo chamado O rei da cultura inútil, falando sobre Hiro Kawahara. Esse é o nome do publicitário que faz as toalhas de papel do McDonalds, aquelas que vão nas bandejas. Sempre achei legais tais toalhas, tanto que tenho algumas guardadas em casa (a minha preferida é a do mapa astronômico, que é de uma simplicidade genial). Pena que o artigo é curto e não entra em detalhes. Procurei no Google para ver se algum maluco caridoso tinha feito um arquivo de tais toalhas (a única coisa interessante que encontrei foi essa crítica do pessoal da Sociedade da Terra Redonda sobre uma delas) e não achei nada. Pois é, taí uma coisa legal que o McDonalds podia fazer…

Meu livro

Dizem que a melhor forma de matar um projeto é sair falando dele antes mesmo de começar. Como o Carpinejar fica toda hora me dizendo que eu tenho que escrever um livro vou colocando o projeto aqui já acabando com ele de cara. Não, não tem história, mas já tem o título: Mulheres rápidas cavalos lentos. Tá, como é que apareceu essa coisa aí? Foi o seguinte: o Fabrício leu no jornal que o Tyson declarou falência e perguntou como é que alguém conseguia gastar tanto dinheiro. Foi nessa hora que eu lembrei de Flores da Cunha. Para quem não conhece ele foi interventor federal no Rio Grande do Sul durante 7 anos e um dos homens de confiança do presidente Getúlio Vargas, sendo um dos homens mais poderosos do país durante o período. A fortuna que ele acumulou na época foi enorme, de forma que foi com surpresa que um jornalista o encontrou hospedado num hotel vagabundo nos anos 50. Quando perguntado o que houve, porque estava justo naquele pulgueiro, ele respondeu algo mais ou menos assim: \”É que a minha vida foi pródiga em cavalos lentos e mulheres rápidas.\” No que comentei isso o Fabrício soltou: \”Cara, isso dá nome de livro! É! Tá aí o nome do teu livro! E tu já tem até história para contar pros jornalistas na entrevista quando perguntarem porque o livro tem esse nome!\”

Segunda-feira de manhã e eu tendo que ouvir uma coisa dessas… Não, eu não mereço…

Cafezinho

Ontem de tarde fui no apartamento do Patrick dar umas dicas de informática para ele. Além do cara ser gente fina a viagem valeu a pena pelo café que a Maria Elvira (namorada dele) fez. Espetáculo!

E aproveitando: , ainda não achei um servidor para hospedar o teu site. Dá só mais um tempinho que logo te passo alguma sugestão boa e barata.

A minha sexta-feira

Pois sexta-feira foi uma daquelas noites especiais. Três bandas fazendo cada uma um show excelente. Viana Moog, Sensifer e Walverdes. Vou deixar pros meus colegas do Gordurama resenharem, já que ali tem gente com mais talento do que eu para ser verborrágico e apoteótico, de forma que só digo que quem não foi perdeu.

O lado triste da noite é que ao mesmo tempo tinha também um show da Pata de Elefante e Planondas. Sim, é a velha história do nunca tem nada, quando tem tem que escolher. Engraçado era ouvir o Patrick da Walverdes comentando desconsolado que duas das bandas preferidas dele tavam tocando e ele não podia ver… Mas eu entendo, eu entendo: Pata de Elefante é simplesmente uma das melhores bandas daqui de Porto Alegre. E Planondas… bem, a meses tô devendo para a Letícia, baterista da banda, uma audição da banda. Achava que o show dela ia ser no sábado, mas me enganei. 🙁

E respondendo ao Diego: não, eu não faço uso daquela substância química ilegal que era utilizada na composição da Coca-Cola. Se eu pulo feito um louco em três shows é porque faço valer a máxima do Chico Buarque: Quem me vê sempre parado, distante, garante que eu não sei sambar: Tou me guardando pra quando o carnaval chegar. É o que dá ficar horas e horas todo santo dia na frente de um computador…

É rock&roll

Bendito seja o nome do ouvinte que ligou para a Unisinos FM e pediu para que fosse colocado Miles Davis. É jazz mas ao mesmo tempo é rock&roll porque venhamos e convenhamos: Miles é mil vezes mais atitude rock que T.a.T.u.!