Ela de novo

E eis que a ruiva estava aqui de novo no ciber-café… Sentei de costas para ela, justamente para não ficar olhando, e fiquei o tempo todo me segurando para não me virar e perguntar o nome dela. Deus, estou parecendo o Charlie Brown!!!

Blanched

Enquanto o Rafa não me manda as impressões dele sobre a Blanched (a última vez que falamos sobre o assunto ele disse que ainda não tinha entendido porque gostava da banda) fiquem com esse artigo do Daniel Spot para o site Cheirando Cola. Concordo com as palavras do Leonardo: \”Apesar de ter alguns erros, o que ele escreveu sobre a música da Blanched me deixou satisfeito.\” Legal também é o que saiu no editorial do Gustavo Bill:

Fechando a atualização tem a resenha do Blanched no Next Indie Brasil. O Blanched é uma banda lá do sul que o Daniel achou e que definiu sabiamente como igual ao Radiohead “se o pessoal do Radiohead fosse homem suficiente para tocar Rock’n’Roll!”. Concordo 100%. Muita distorção e barulheira com letras minimalistas e bem boladas, e o melhor: Sem influencia do Cascavelletes! Diz se não era tudo que você queria.

Sem influências de Cascavelletes! Ótima lembrança!

Por favor…

… alguém tira essa ruiva daqui do ciber-café! Eu já devia ter me desconectado a uma hora e não consigo, só fico fazendo hora para ficar olhando para ela! Só faltam as sardas para ser perfeita!

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Deus, porque você coloca mulheres tão lindas no mundo??? E porque elas tem que estar acompanhadas??? Bem, se o cara que estiver com ela for o namorado eu só posso dizer uma palavra (inveja) e espero que ele entenda a minha paixão por ruivas

Update: Pronto, foi embora. Agora eu posso ir… 🙁

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Medo

Recebi hoje um email da Carmela dando detalhes sobre mudanças que ocorreram na Unisinos FM. Mais especificamente falando, mudou o diretor e o chefe da programação da rádio. Se isso me preocupa? Sim, como ouvinte da rádio me preocupa, pois espero que ela não perca o carater de rádio que toca rock alternativo, o que faz dela um verdadeiro oásis no dial gaúcho hoje…

Update: saiu no site da Unisinos uma nota falando sobre as mudanças.

Sem sal

Caramba, o que é esse tal de Amor à Segunda Vista? Ok, eu já devia ter desconfiado que um filme que precisa de propaganda na novela das oito tinha que ser fraco, mas não pensei que o negócio fosse tão ruim! Verdadeiro filme caça-níquel, onde preferiram investir no cachê dos artistas do que pagar de forma decente o roteirista. Mama mia! A coisa está tão ruim que não consigo lembrar de nenhuma cena que mereça ser destacada, ser comentada. É uma sucessão enorme de clichês sem graça o tempo todo. Ou seja: não perca o seu tempo indo ver uma coisa dessas. Há outros filmes desse tipo (para ver com a namorada) que são mil vezes melhores.

Um dos motivos

Você quer entender porque eu acho a Vivs uma graça? Ok, aí vai:

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Então, entendeu? Se não entendeu, sinto muito. Se entendeu, tem mais no novo álbum de fotos que ela colocou no ar.

Ah! Claro! Vivs, eu sei que devia ter pedido permissão antes para usar a foto, mas não resisti 😉

Imigrante em potencial

Lendo esse post da Anna Maron percebi que eu poderia muito bem mudar de país, numa boa. Afinal, na verdade, desde que eu saí do Paraná, com 5 anos, nunca me senti confortável onde quer que eu morasse. Sempre fiquei com a sensação de \”não sou daqui\”. Nunca me senti bem em Taquara, sempre me via como alguém que não pertencia à cidade, até porque quando eu começava a me sentir bem vinha alguém e me lembrava que eu não era de lá. O detalhe cruel é que eu sei que não adianta voltar lá para Toledo, que aquilo lá é outra cidade, não é a cidade onde dei meus primeiros passos, falei minhas primeiras palavras… E com São Leopoldo é mais ou menos assim também. Ok, tenho conhecidos, mas não tenho raízes ali. Não tenho o passado comum que a Anna fala, a não ser o que diz respeito à cultura pop. Assim sendo, ir para outro país, outra cultura, acaba não se revelando algo tão preocupante assim. O problema no caso é vencer a preguiça. Não, não é tomar coragem, mas sim deixar de ter preguiça de correr atrás de algo.