Meio desligado

Folha Online – Sinapse – Desconectados em busca do tempo perdido

Dá vontade de comprar essa edição da Folha para ter como lembrança 🙂 Afinal o fato de não ter TV em casa é algo que choca muitas pessoas com quem eu falo. Como é que você consegue ficar sem TV??? Simples: ou fico na Internet, ou fico lendo um livro, ou ouvindo música. Ficar olhando TV prá mim é algo incômodo, já que é difícil desgrudar os olhos da tela. A TV me rouba toda a atenção se estiver ligada…

Bem na foto

Idéia legal essa do Bem na Foto. Já conhecia a um bom tempo, mas nunca tinha me detido a ficar olhando ele. Mas uma amiga disse que tinha uma foto dela e fui lá conferir… Resultado: não achei só ela, mas outros amigos também:


\"Nana\"
Eliana (direita)
\"Letícia\"
Letícia (direita)
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Cidade (esquerda) e Sérgio (direita)

E ainda tem o pessoal da winston na praia, mas essas eu deixo pro Marcos mostrar 😉

Compromisso

Não posso esquecer: quinta-feira eu tenho que chegar aqui no trabalho antes das 8 da manhã, já que vou participar de uma \”caravana\” que vai doar sangue, pois temos uma colega que está com leucemia. Como o banco de sangue tem que ser reposto serão necessários 37 (uh!) doadores. Isso me faz lembrar que como tenho que ir dormir cedo foi-se o show da Superphones. Azar! Afinal nem tem como ficar comparando a importância de um show de rock com a vida de uma pessoa. Aliás, o dia que eu colocar um show sobre a vida de uma pessoa podem me internar, que com certeza tem alguma coisa errada na minha cabeça…

Exactly

Ontem eu tive uma espécie de revelação. Fui no Manara ver Laranja Freak e Jupiter Apple, e na terceira música do sr. Flavio Basso uma ficha no meu cérebro caiu. De fato o Jupiter Apple dos CDs, não existe em shows. O Jupiter Apple dos shows nao existe em CDs. Mas o fato é que um me fez entender o outro. Se comprei o Plastic Soda num dia de febre, quando a vendedora da loja de CDs aproveitou que eu estava tonto e me passou esse e o CD do Flu, dessa vez comprei o Hisscivilization bem consciente (será que é possível dizer que há consciência depois de um show do Jupiter?), e finalmente entendendo porque na minha semi-consciência febril deixei que a vendedora me vendesse o CD. Sim, finalmente entendi, e lamento profundamente não ter visto outros shows do cara antes. Teria entendido muita coisa, e teria aproveitado outras, procurado outras coisas. Hoje meu cérebro está cheio de conexões, referências, e uma vontade maior do que nunca de fazer música, nem que seja música só para mim ouvir. Grande trabalho esse Hisscivilization, grande trabalho. Por favor esperem-me digerir ele e daí eu falo mais sobre ele. Creio que dentro de algumas semanas talvez eu consiga absorver totalmente tudo o que ele está me passando.

Massagem no cérebro

Dica para uma segunda-feira de manhã: Loud Like Nature, do Add N to (X). É bom ouvir um som eletrônico encorpado, que vai além dos baticums tecnos. Recomendação especial: a faixa 4, Invasion of the Polaroid People, que é uma daquelas músicas não rock que fazem com que eu me coçe para tocar nas festas dO Apanhador (bem, se eu toco The Dust Brothers porque não essa?). Se você está na dúvida do que ouvir para agitar teus neurônios aí vai a sugestão.

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Referrers

Se tem coisa que não consigo entender são os referrers pro meu blog… Por definição um referrer é o seguinte: alguém linka para a sua página e daí quando alguém clica nesse link o teu servidor acusa de onde veio o acesso. Certo? Ok, então alguém pode me explicar como o meu servidor diz que há referrers vindo dessas páginas?

Estranho, muito estranho. Pensei que até poderia ser um caso de spam via referrer, mas sei lá! Com excessão do primeiro link nenhum me pareceu que faria uma coisa dessas…

Update: fui de novo no While my guitar gently weeps e achei o link pro meu blog lá! Estava na página The Band. Por isso que não achei no blog… Aliás é uma sensação estranha saber que se é objeto de estudo 🙂

Findi

E o fim de semana foi em São Leopoldo e Taquara. Noite de sexta no BR3, assim como no sábado (som mecânico, infelizmente, só para que eu aprenda a não reclamar mais da Patty tocando – aliás, o DJ Charles, que toca no BR3 não sou eu. Eu nunca tocaria tecno, pode ter certeza.). Não, eu não fui no Fórum Mundial Social. Poderia ter ido, mas não fui. O Leonardo me telefonou sábado de tarde dizendo que tinha carona, que o Marcos e o Douglas já estavam lá, mas não fui… Sei lá, não me sinto bem no meio de muita gente. E olha que o Fórum é muita gente mesmo… Assim sendo fiquei pelos arredores mesmo, o que foi bom, já que tive conversas bem legais com a Nay e a Renata e a Leti na sexta, e no sábado reencontrei o velho Nilo de guerra, que agora mora em Florianópolis e que veio pro Fórum Mundial. Já que ele estava por aqui ele pegou o metrô e veio matar a saudades da terrinha capilé. Foi muita, mas muita coincidência encontrar ele perdido por aqui de noite, já que o restaurante onde eu fui jantar eu raramente frequento. E na volta prá casa ainda encontrei a gurizada da Lagarto a Vapor, que fugiu de Novo Hamburgo, onde não se tinha nada para fazer, e veio ficar sem fazer nada por aqui mesmo. E mais conversas com a Renata e a Nay…

E hoje, domingo? Almoço em família, com direito a meu sobrinho querendo instalar Linux no computador da minha irmã porque achou o desenho do pinguim bonito. Garoto esperto: com 4 anos de idade e já sabe o que é bom 😉

No fim das contas, somando tudo, a única coisa chata do fim de semana foi não ter conhecido os colegas do Projeto Metáfora (o Izquierdo e o Schepop) pessoalmente… Aliás o Izquierdo deve ficar indignado comigo, que não vou no Fórum. É que é aquilo: eu não gosto de multidões, não me sinto à vontade, e sinceramente acho que o Fórum é mais blábláblá que qualquer outra coisa. Mas quem sou eu para julgar se os outros ficam enrolando ou não, enrolado do jeito que sou?