Poor child

Saiu no site da JovemPan: Nasce o 1º filho da cantora Marisa Monte

Nasceu esta madrugada, às 0h40, o filho da cantora Marisa Monte e do músico Pedro Bernardes. O menino, chamado Mano Wladimir, nasceu com 3 Kg e 240 gramas, medindo 49 cm. É o primeiro filho de Marisa, que tem 35 anos. O pai, de 19 anos, é neto do arquiteto Sérgio Bernardes. A cantora passa bem e ainda está na maternidade, acompanhada do pai da criança e de familiares.

Ok, agora me expliquem o que leva um pai a colocar no filho o nome de Mano! Creio que aqueles nomes que são versões aportuguesadas de nomes estrangeiros (tipo Genifer) não é algo tão estroncho e exquésito quanto colocar esse nome aí. Afinal esses nomes se justificam por causa da ignorância, seja de quem dá o nome, seja do escrivão, o que não é o caso aí da Marisa Monte. Fico imaginando a pobre criança daqui a alguns anos, acompanhando o tio Brown num favela de São Paulo (onde foram fazer uma análise sócio-cultural-antropológica para ver qual é a nova onda reciclável da periferia) e se perdendo no meio do caminho e dando de cara com os que não tão nem aí para as \”sinergias culturais baiano-paulistas\”:

– E aí branquelo, que tá fazendo no nosso espaço? Qual é o teu nome?
– É Mano Wladimir e eu…
– Peraí! Que história de mano é essa? Por acaso cê me conhece?
– Não, é que…
– Então! Que história é essa de mano pro meu lado, ô mané?
– Mas meu nome é mano…
– Que mano o caralho! Tu tá tirando com a minha cara, é?
– Não, é que…
– Calado! Tu tá achando que tu é o quê, ô branquelo?

Pobre criança…

Relatório

Esse fim de semana foi atípico por dois motivos simples: primeiro porque teve duas integrações com colegas de trabalho, e segundo porque tanto no sábado como no domingo acordei cedo. E cedo nesses dois casos se entende antes do meio-dia. No sábado de manhã tive que ir lá no trabalho botar umas informações no ar. Valeu a pena visto que ao sair de lá fui almoçar com os amigos Adriana e Leandro, e assim botamos os assuntos mais ou menos em dia. É coisa que eu deveria fazer mais vezes…
E quanto às integrações: a de sexta foi com os colegas do setor onde eu trabalho, e a de hoje foi com os meus colegas que fazem o mesmo trabalho técnico em outros setores. O de sexta foi uma janta num bowling, com direito a amigo secreto, pagação de micos, essas coisas que a gente não sabe se ri ou se chora. E a integração de hoje foi lá no Sítio do Beto. Foi legal, mas o lugar é no mínimo bizarro. Piscinas superlotadas com água que fedem (sim, elas realmente fedem) a cloro não é bem o meu programa para um fim de semana, e nem para os meus colegas. Felizmente o espírito de festa do pessoal é mais forte e nos divertimos bastante. Valeu como experiência de local para não se fazer outra festa…
Outra coisa atípica desse fim de semana: hoje de noite teve festa d\’O Apanhador lá no Espaço Tear. Poderia falar várias coisas sobre o evento, mas acho interessante destacar o seguinte:

  1. desde que eu entrei no projeto essa é a primeira edição do zine que não sai com um artigo meu. Culpa minha, que mandei um texto enorme que simplesmente ia ocupar metade do zine… Mas isso quer dizer que o artigo se perdeu? Não. A idéia agora é colocar ele no site do Apanhador, para consulta online. Sinceramente acho que é até melhor assim, pois o artigo é mais um tutorial que um artigo mesmo;
  2. o Espaço Tear é um lugar quente, muito quente! O espaço é ótimo, enorme, só que tem que melhorar a ventilação lá. Feito isso o lugar pode render mesmo;
  3. o livro da Thiane, Configurações do Grotesco: da arte à publicidade, é lindo, simplesmente lindo, mesmo parecendo contraditório dizer isso levando em conta o assunto abordado;
  4. finalmente a winston lançou o CD deles, depois de meses e meses de adiantamento. Meno male que a produção está excelente;
  5. Madi e Belle gritando na última música da Sensifer criou um clima todo especial para ela, ficando mais legal ainda;
  6. o Douglas passou bem pela estréia dele como guitarrista da Blanched, mesmo estando um pouco nervoso no começo. O Israel pode viajar tranqüilo sabendo que o lugar dele foi ocupado por alguém que vai honrar o que ele vinha fazendo; e
  7. se o Leonardo cantando desafina um pouco, se passa um pouco do ritmo, isso não importa nem um pouco. Você sente perfeitamente que ele sente o que canta, e o que poderiam ser defeitos se tornam temperos, deixando a coisa toda mais especial. O cara é bom, muito bom, e Blanched é uma putza banda.

Bem, basicamente é isso 😉

Câmara afasta vereadores de São Leopoldo

Estadao.com.br : Câmara afasta vereadores de São Leopoldo (RS)

Quatro vereadores e dois suplentes da Câmara de São Leopoldo, município com 190 mil habitantes na região metropolitana de Porto Alegre, tiveram seus mandatos cassados nesta madrugada por uma Comissão Processante que investigou acusações de quebra de decoro parlamentar e improbidade administrativa. Eles perdem seus direitos políticos por cinco anos.

🙂

Festa d\’O Apanhador # 10


Tá lá: \”O evento ainda contará com a presença dos soldados do zine \”O Apanhador\”: haverá distribuição da 10ª edição da publicação, além de discotecagem dos colunistas com o melhor do rock indie e alternativo.\”
Pois é povo de PoA, espero ver vocês lá! Assim vocês vão ver que a minha discotecagem pode não ser a melhor do mundo, mas que há quem goste 😉

Coisa chata

Pois hoje de manhã, quando estava vindo para o trabalho, percebi que fechou a loja onde eu comprei meu fono de ouvido que eu uso aqui no trabalho. Comprei os fones a mais ou menos uns 6 meses, acho. Bem, o fato é que ao perceber isso fiquei chateado. Afinal o preço da loja era bom e o atendimento também. O cara não deve ter conseguido levar a loja adiante e foi obrigado a fechá-la. Enquanto isso, a menos de 10 metros, um monte de barracas de camelôs vendendo produtos de qualidade duvidosa e sem pagar um centavo de imposto, concorrendo diretamente com o cara, e a prefeitura não mexe um dedo para acabar com esse comércio ilegal.

Trabalhar de forma honesta nesse país parece que é algo que não vale a pena…

Pasta de cérebro

Meu cérebro está algo… ontem de noite tentava lembrar nomes de shows, de bandas que eu havia visto a duas semanas atrás e não conseguia. Hoje até tentei escrever algo prá próxima edição do Apanhador, mas acabei postergando tudo para amanhã de noite. O GASLi? Não sai do lugar, de forma que a minha idéia de ter algo pronto para o dia 15 fica meio que à perigo (se bem que eu trabalho bem melhor sob pressão). E tenho notado que essa minha apatia vem se arrastando a um bom tempo, mais especificamente falando desde o meio do ano, que era para eu ter tirado 10 dias de férias mas que na última hora acabaram não saindo. Toda a desacelerada cerebral do momento permaneceu, e eu não fui capaz de entrar no ritmo até agora. Talvez seja resultado da frustração do que eu havia planejado, ou o fato de ver que o que me fez ficar sem férias acabou não sendo usado, sei lá, só sei que estou meio que contando os dias pro recesso de Natal lá do local onde eu trabalho, e pretendo passar os dias em Taquara, junto da minha família. E ficar de bobeira quase todo o tempo, com um que outro passeio a cachoeiras no interior. Aliás, isso me faz lembrar que eu tenho que ligar para o pessoal lá da cidade, ver quem vai estar por ali nessa época, para visitar e botar as conversas em dia.

Bem, enfim, quero descansar, quero botar a cabeça um pouco no lugar. Quem sabe assim eu até descubra porque tem tanta gente achando genial o Yankee Foxtrot Hotel, do Wilco, um disco até bom, mas que eu não consigo ver o motivo para esse auê todo (sorry Manu).

Cachorro ferido

Saiu no site do e-zine Esquisofrenia uma matéria sobre o Upload. O que eu achei duca foi o seguinte trecho sobre o show dos joselitos da Cachorro Grande:

O inesperado foi quando o guitarrista, no final do show, no meio do NOISE e da CONFUSÃO, se empolga e resolve tacar sua guitarra bem lá no alto. Foi tão alta que quando ela caiu no chão, resolveu pegar a cabeça do vocalista antes. Sim, eu vi tudo na minha frente. Coitado. O cara nem esperava receber uma guitarrada na cabeça. Na hora ele ficou tonto, sem saber o que aconteceu. Lembrou-me Chris Novoselic tacando seu baixo na cabeça de Kurt Cobain. Mas o caso pareceu ser mais sério, porque saiu sangue pra CARALHO. Escorria como água. E o cara enchia a boca de sangue e cuspia na platéia. E a camisa branca ficou vermelha. Foi pior que o Henry Rollins em Santos. Eu já desconfiava que o vocalista era meio insano, mas ver ele naquele estado querendo continuar o show foi a gota d\’agua. Virei fã!

Não, eu não virei fã com essa história tão comovente. Na verdade por mim o cara podia era ter tido traumatismo craniano mesmo. Assim o Brasil teria uma história interessante constando dos anais do Darwin Awards.