Boycott-Cola

O Douglas e o Rique podem até discordar do sentido de se fazer boicotes à marcas, dizendo que não tem sentido fazer isso aqui no Brasil (entre outras coisas), mas eles tem que concordar: quando você leva bombas americanas na cabeça nada mais sem sentido que ficar bebendo Coca-Cola. Assim sendo:

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Ou seja: estão aparecendo várias alternativas para a Coca-Cola lá no Oriente Médio. Temos a Mecca-Cola, a Zamzam-Cola, a Iraq-Cola, a Qibla-Cola e por aí vai. Todas com publicidade com mensagens anti-americanas. Interessante é ver que algumas delas destinam parte do seu lucro para a causa palestina… Pode parecer bobagem, mas é só lembrar qual é o órgão que mais dói no corpo de uma pessoa (no caso, o bolso). Assim sendo, deixando de consumir uma Coca-Cola que seja já se deixa de mandar algum dinheiro para os Estados Unidos, desacelerando ainda mais a sua economia.

E aqui no Brasil? Bem, tubaína é o que não falta. O problema é achar uma que preste…

Começo do fim

Acabo de travar o seguinte diálogo com uma colega de trabalho:

– Sabe, eu estava passando lá pelo setor tal e pensei que você estava lá conversando com o fulano. Só não tinha certeza porque estava de costas.

– Hmmm… (apreensivo) Por causa da careca?

– Sim, por causa da careca.

É a primeira vez que escancaram dessa forma que estou ficando sem cabelo lá atrás! Tenho que procurar um dermatologista com urgência! Eu não quero virar campo de pouso de mosca!!!

A nostalgia é algo belo

Essa está no blog da Carmela, e por ser um momento nostalgico que pode sair do ar amanhã copiei:

o Pedro me disse – às vezes eu ligava pra ele sem ter nada o que dizer, mas ligava, perguntava o que estava fazendo, respondia legal e desligava. então agora eu passo os números no celular e penso: não adianta ligar, ele não vai atender, não está aqui.

penso que roubo abraços. abraço meus amigos e penso que estou abraçando quem não mais abraço. o sentimento é sempre o mesmo – afeto a minha estima querida.

Leio o que o Pedro falou sobre o fato do Cholly estar longe nos Estados Unidos, e me lembro que fiquei quase um ano com o telefone da Marina registrado na memória do meu celular, mesmo sabendo que o celular tinha sido roubado alguns dias depois, mesmo sabendo que de qualquer maneira ela nunca mais iria atender…

Pois é: dia 21 faz 2 anos.

Segunda visita

E eis que hoje o Diego e o Leonardo vieram aqui no apartamento. Motivo: eu e o Diego tínhamos combinado tomar uma cervejinha (sim, meu estômago já tá ok de novo) e o Leonardo estava precisando atualizar o site da Blanched. No caso atualizamos a página sobre a banda (já que o Carlos Bergold saiu da banda, entrando como baixista o Galera, além do que o Muriel entrou na banda também, tocando teclados e samplers), a agenda e a página das impressões (Rafa, te liga que teu comentário sobre a banda está lá). Confesso que o ap ainda está uma bagunça e que me senti meio envergonhado de receber os dois, mas foi legal ver eles aqui. Espero que no futuro a gente não precise ir num bar para se encontrar, e que a gente fique tomando umas cervejinhas por aqui mesmo.

E eles gostaram da idéia de comprar uns almofadões para pôr no chão 🙂

Revolta interna

Não sei o que aconteceu. Simplesmente o dia estava perfeitamente bem quando, depois do meio dia, voltei ao trabalho e minha barriga começou a doer. Corri pro banheiro e começou: diarréia, ânsia de vômito e dores no estômago. Fui no ambulatório e o médico de plantão me injetou um Buscopan na veia (caraca, que sensação estranha no braço!) e me mandou prá casa, onde fiquei alternando da cama pro banheiro e do banheiro prá cama durante a tarde inteira. Só lá pelas 6 da tarde a coisa começou a ficar mais tranqüila, e daí eu simplesmente apaguei na cama (só tendo acordado rapidamente porque a Nay me ligou – não consigo lembrar o que conversei com ela…). Acordei agora a pouco, me sentindo bem melhor, mas mesmo assim ainda não 100%… Na hora da consulta com o médico eu repasssei o que eu havia comido no almoço, mas ele disse que o problema não estava ali, mas sim no que eu havia comido no dia anterior. Olha, não lembro de nada que tenha comido no domingo que possa ter causado isso. Não havia nada com gosto de passado, de levemente estragado, de prazo vencido…. Mas, enfim, o fato é que comi algo que simplesmente me virou do avesso.

Agora, com licença, que vou voltar prá cama, que eu só saí dela para dar uma olhada nos meus emails…

Ok, vocês venceram

De um email que acabou de chegar na lista Panela de um caro companheiro que mora no Canadá:

O que é mais curioso é nos EUA de hoje, artistas que compõem ou cantam músicas em favor da paz e contra a guerra absurda contra o Iraque, são boicotados pela imprensa, pelas estações de rádio, etc… Existe uma CENSURA ESPONTÂNEA… corporacional nos EUA… O glamour das cenas de guerra não é contrabalançado por ninguém! Me corrijam os amigos que moram nos EUA se exagero!

O Canadá, pode ter se negado a ir a guerra com os EUA e England SEM a ONU, tem seus produtos boicotados, novos contratos de exportação cancelados. Experimente comprar na E-Bay e dar endereço Canadense…. SE RECUSAM A VENDER prá cá!

Hmmm… ok, ok… Se os gringos estão boicotando os vizinhos porque eles não cairam na cantinela bushiana, porque eu vou dar uma chance prá eles?


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O chato vai ser ficar sem Coca-Cola uns tempos… Maldito Bush! Maldito Saddam! 😕

Mas, na verdade, o que eu acho correto fazer não é boicotar produtos de quem quer que seja (porque quem na verdade leva a tunda mesmo é o cara que trabalha lá na linha de produção) mas sim evitar algumas rotinas que temos hoje, envolvendo o uso de produtos provenientes do petróleo. Exemplo: sacos plásticos. Você já parou para pensar porque quando você vai no super-mercado quanto plástico é usado para embalar as suas coisas? Sejamos sinceros: é necessário um saco para cada dois produtos? Imagine se a gente usasse de forma mais racional quanto petróleo deixaríamos de consumir, logo quanto dinheiro deixaríamos de dar para esses sacanas aí… E tal não-consumo deve ser uma ação constante, não somente nesse período de guerra. Aliás, evitando usar petróleo seja lá como for se enfraquece as empresas que estão justamente interessadas em financiar hoje a guerra.