E agora?

No meio da tarde uma estudante de comunicação me escreveu um email querendo saber se eu queria falar sobre sobre flashmobs para um jornal universitário e agora uma jornalista da Zero Hora ligou para o meu celular. No caso da estudante só retornei um email dizendo que havia lido a mensagem (logo ela não precisava ficar esperando em vão uma resposta) e no caso da ZH disse que preferia não falar nada sobre o assunto. Qual é o sentido de se organizar e/ou participar de um flashmob se é para ficar dando declaração para jornais?

Na verdade foi um erro eu ter iniciado o projeto do jeito que eu fiz, anunciando ele aqui. Deveria, isso sim, ter feito a coisa de forma anônima, usando apenas a troca de emails para agregar as pessoas. Há muitos amigos jornalistas que lêem esse blog e que espalham a coisa dentro da redação onde trabalham (o que é mais do que certo, já que o assunto é hype), de forma que acontecem telefonemas como esse. Se meu nome não estivesse associado a coisa seria mais anárquica, bem mais. Talvez eu devesse matar o Povaréu, já que há um nome associado ao projeto. Vou pensar melhor sobre o assunto e ver o que eu faço.

Aliás, agora que eu me toquei: eu deveria ter perguntado à reporter \”um flash-o-quê?\”. Rateei mais uma vez.

Seis graus de separação

Recebi esse email de Percy Voelker na lista Poanet:

Me apresento como Percy Voelker, vivo no estado de New Jersey, USA e ando procurando o endereço de meu irmão Berthold Voelker – Engenheiro Civil, Arquiteto. A razão do favor é que não consigo guia telefônico de Porto Alegre. Berthold agora está com 73 anos de idade. Há mais de 20 anos que perdí contato com ele devido minhas constantes mudas e viagens. É mais que certo que possua micro (PC) e ligado a rede mas difícil de conseguir seu e-endereço.

Bastante grato pela ajuda.

Se alguém souber de alguma coisa sobre o Berthold é só mandar um email pro Percy.

Nova geração

Estava conversando agora com a Lisi durante o almoço e ela me falou que vários alunos do curso de Realização Audiovisual da Unisinos tinham blog. Pensei: \”deve ter muita coisa legal aí\”. Fui lá conferir e vi a página dos alunos, onde, junto com a descrição de cada um, tem o link para o seu blog. O que eu achei mais legal foi o do Tiago Coelho, que, por acaso, não é linkado na página dele, mas que os colegas apontam em seus blogs. Aliás, muito legal ver que o filme que eles estão produzindo tem blog também…

E foi olhando esses blogs, ficar indo de link em link, que de repente me deu saudades do Blogtchê. Era uma trabalheira desgraçada manter o troço atualizado, mas durante o processo conheci blogs (e pessoas) muito legais. Talvez seja o caso de repensar a opção de deixar ele fora do ar.

Charles? Charles Bronson?

Um dos problemas de ser um Charles é que invariavelmente sempre tem alguém que pergunta \”Charles Chaplin?\” ou \”Charlie Brown?\” ou \”Principe Charles?\”. Aqui no Rio Grande do Sul ainda tem o \”Charles Master?\” para encher o saco… Mas, sem dúvida nenhuma, a pergunta campeã era o \”Charles Bronson?\”. Pois é, e não é que ele morreu?


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Tenho a impressão que lá se foi o Charles mais famoso do mundo…

Atentado Poético

Recebi via email:

Atentado poético

No próximo 11 de setembro ocorrerá em diferentes partes do mundo um atentado poético.

Todas as pessoas interessadas no saber estão convidadas a sair pelas ruas nesse dia com um livro, dedicado a um desconhecido, e deixar esse livro em um parque, um café, um lugar público, para que seja encontrado e levado de presente.

Aos doadores, por sua vez, é permitido receber e levar para casa os livros que encontrarem.

Você adotará um livro?
Libertará um livro?
Por favor, circule esta informação.

Esperamos que o movimento cresça.
Obrigado a todos os leitores desconhecidos.

Taí uma…

Update: taí nada. Agora que me caiu a ficha do dia quando vai ser o \”atentado\”. O nome escolhido agora me soa uma piada de muito mal gosto.