Trabalho duro

Uma coisa que eu acho engraçada nessa história de blogs corporativos, de se usar blogs como ferramenta de comunicação entre empresas e clientes, de blogs serem espaços para empresas se mostrarem melhor para o mundo, é como às vezes se mete os pés pelas mãos. Afinal, o que é um blog corporativo, na maior parte das vezes? É um blog mantido pela assessoria de imprensa da empresa, com uma linguagem formal, nada mais nada menos que uma relação de releases. Geralmente é isso. Ou é justamente o contrário, é uma tentativa de ser cool, de parecer legal, só que o resultado geralmente é um “Hein? Pra que isso?”.

Pois é, foi num equivocos que se meteu a Microsoft Brasil. Os caras tiveram a idéia de criar o Ócio 2007, um blog “feito por uma equipe de jornalistas, blogueiros e desenvolvedores que, a partir de recursos do pacote Office, criam aplicativos divertidos e inusitados para os momentos de lazer. O objetivo é reforçar a versatilidade do sistema e estender também seu uso no trabalho. “. E assim vemos posts sobre:

É gozado isso… Enquanto a gente vê empresas tendo que instalar uma cópia do Windows em uma máquina e configurar essa cópia sem os jogos para então instalar o Windows via Ghost na outras máquinas, justamente para que os funcionários não fiquem coçando o saco, o que a Microsoft faz? Ensina a como usar o Word para fazer isso! Genial! Domenico de Masi está dando pulos de alegria! Agora o grande lance é esperar o próximo post ensinando como, usando macros do Excel, você pode criar um jogo de paciência!

Sinceramente…

One Response to “Trabalho duro”

  1. Pati Says:

    Oi, Charles. Obrigada por ter visitado o site. Nossa idéia é usar jogos, brincadeiras ou charadas para aproximar as pessoas de recursos do Office (novos ou não) que podem também ajudar no trabalho. Sem querer julgar o jeito que cada um usa seu tempo, uma coisa é o cara ficar horas se divertindo com um joguinho em Flash, outra é se sentir atraído por uma tabela ou mágica que o leve para dentro do Excel ou do PowerPoint. Mesmo que ele, num primeiro momento, nem se dê conta disso. O que acontece é que, muitas vezes, as pessoas, por meio de um aplicativo divertido, acabam sendo apresentadas a soluções. Talvez elas nem precisem daquilo na hora, mas poderão lembrar do recurso no futuro. Lembrei agora de um professor de matemática que levava o violão para a aula e criava musiquinhas que nos ajudavam a decorar fórmulas mais facilmente. É meio por aí. Abs, Pati.

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