Hoje fui na sede do Jornal NH junto com o pessoal dO Apanhador falar sobre blogs. Sim, resolveram fazer uma matéria sobre o assunto, assim, meio na corrida. Falamos sobre o projeto, como o blog era útil para o mesmo, que ele não era a coisa principal do projeto, mas sim uma ferramenta para o zine, etc, etc… De qualquer maneira deu para perceber perfeitamente a direção que se queria dar para a matéria quando eu disse que tinha um blog pessoal. A guria que estava fazendo a matéria (Aline, bem simpática ela, apesar de visivelmente apressada) de cara se virou para mim e perguntou \”Porque você fez um blog?\” e seguiu nesse rumo. Sim, temo que seja mais uma matéria de \”diário online\”, mas fazer o quê? Afinal, 90% dos blogs que tem por aí são diários online mesmo… O bom é que a matéria vai ajudar a divulgar o BlogTchê. E a matéria é para sair no NH dessa quinta-feira. Espero que peguem a foto tirada da gente sentado na escada, onde eu meio que me escondo atrás do Diego… Mania que esse povo tem por foto!
Author Archives: Charles Pilger
Its funny
Pois é, hoje no meio de uma conversa perguntaram quando é que eu ia atualizar meu blog. Respondi: mas eu atualizei domingo… Pelo ICQ questionaram quando é que eu ia atualizar meu blog. Sexta-feira passada uma colega de trabalho perguntou o que estava havendo porque eu não estava atualizando meu blog. Bem, eu estou atualizando meu blog sim, mesmo que seja com um post descartável desses 😉
Capitalismo é isso aí
Pois hoje bateu o espírito consumista em mim. Comprei o Dentes Guardados do Daniel Galera (que eu comprei mais por gostar de ler coisas no papel que qualquer outra coisa, já que boa parte dos contos eu já tinha lido), e mais 4 CDs:
- Pato Fu: MTV ao vivo no Museu de Arte da Pampulha
- Mutantes: Tecnicolor
- Mulheres Negras: Música e ciência
- Mulheres Negras: Música serve para isso
Pois é, finalmente consegui achar os CDs dos Mulheres Negras à venda. Tinha ouvido falar a pouco tempo que a Warner tinha lançado eles ano passado, mas ainda não tinha conseguido cruzar com eles. E como a minha compra é de impulso, não entrei em nenhuma loja virtual para comprar. Talvez eu pudesse ter comprado mais barato mas enfim, tô com essas duas pérolas na mão.
E quanto aos outros dois CDs? Bem, sempre gostei de Pato Fu, se bem que aos poucos fui perdendo o entusiasmo com a banda. O CD está muito bom, com uma produção impecável, versões bem interessantes (\”Canção para viver mais\” está belíssima apenas com a voz da Fernanda e pequenos efeitos sonoros) mas… Sei lá, acho que tenho saudade da época que o Pato Fu fazia músicas mais malucas. Acho que estou com saudades do experimentalismo bem humorado que eles tinham.
E o Technicolor? Ô velho! Mutantes é Mutantes! Não tem o que se discutir aqui.
Dia da criança
Sábado foi dia da criança. Sábado eu teria que ter ligado pro João, meu sobrinho lindinho com quase 4 anos (É muito gozado ouvir ele convidando para ir na casa dele, e ele fica dizendo \”daí tu vai sentar ali, tá?\” e aponta pro lugar, e eu só imaginando para onde diabos ele tá apontando). Mas eu não liguei, já que não saberia o que falar. Eu nunca sei o que falar com uma pessoa adulta, imagina com uma criança. De qualquer maneira pro segundo turno vou estar em Taquara, e daí eu levo para ele um presente de dia das crianças meio atrasado.
Que calor!
Pois é, a primavera nem começou direito e já está um calor desgraçado. Resultado: pela primeira vez na vida vou dormir com um ventilador ligado, ventilador esse presente da Adriana e do Leandro. A Márcia é que ia adorar ele, já que o calor daqui do apartamento era uma reclamação constante no ano passado…
Pequenas saudades
Lá por 2000 eu costumava ficar horas conversando com uma garota de Taquara, a Carol. Garota muito legal, inteligente, que tentava me convencer sobre algumas coisas relativas a esoterismo, enquanto eu ficava sempre mergulhado nas minhas dúvidas, com quem troquei vários emails e telefonemas, além de horas e horas de chat via ICQ. Pois é, um dia ela veio me dizer que começou a namorar um cara e pedia para não conversarmos mais… Estava pensando nela hoje e fico triste com o fato dela nunca mais ter respondido a um email meu (o último que eu mandei acho que foi no começo do ano passado, falando sobre onde tinha um vídeo de uma música do Cocteau Twins que ela gostava). Gostaria de ligar para ela, ver se está tudo bem, mas acho que se ela não queria mais conversar comigo naquela época não deve querer conversar comigo hoje. Bem, enfim, assim é a vida, e espero de coração que esteja tudo bem com ela.
De politica e coisas a fim
Se perguntarem para mim em quem eu vou votar eu digo que vou de Lula. No estado de Tarso. Ambos do PT. Ambos do partido que eu saí. Não, não gosto da idéia de votar neles e não gosto dos rumos que o PT escolheu, assim como não gosto do candidato Lula. Então porque vou votar nele? Por causa de três letras: PFL. Sim, o mesmo PFL do ACM, o mesmo PFL que (ainda) tem trocentos cargos de confiança no governo FHC, o mesmo PFL que agora diz que vai votar no Lula. Vai mesmo? Será que não é só conversa furada para deixar eleitor do dúvida? Prefiro acreditar em alguém de Nova Bréscia a alguém ligado à direita brasileira.
Semana corrida
A semana passada foi um absurdo de corrida. Tanto trabalho que chegava de noite morto, sem ânimo para nada. Resultado: fim de semana na cama, esfriando a cabeça, sem vontade de fazer nada. Poderia ter ido no cinema, mas cadê vontade de ir prá Canoas (em São Leopoldo não está passando Cidade de Deus)? Poderia ter ido para Porto Alegre ver algum show, mas não… Fiquei em casa, saindo pouco, descansando. E como isso é bom!
Nada como ser mesário
Nada como ser mesário e ver chegar um segundo turno, e imaginar ficar ouvindo o dia inteiro os bips da urna eletrônica. Até a penúltima eleição a coisa era tranqüila, mas agora, com aquela barulheira lá, é coisa de enlouquecer qualquer um!
Planeta Água
E sábado passado fui ver Sinais, filme com o Mel Gibson, do diretor do Corpo Fechado, um filme que ao contrário de muita gente eu adorei. E o que eu achei dos Sinais? Bom, muito bom, até chegar os 15 minutos finais. Deus meu, o que é aquele final? Baixou o espírito Independence Day no roteirista e saiu aquilo lá, estragando todo o filme, que até então ia num crescendo de suspense muito bom, e com direito a pitadas de humor que não estragavam o filme, mas ajudavam a arelaxar no meio da paranóia que ia se impondo. Sim, o que poderia ser uma maravilha foi por água abaixo por causa do final. Triste.