Acabo de ver no blog do professor Silvio Meira um post sobre o Cowboy, computador portátil desenvolvido pelo Laboratório de Tecnologia de Informação Aplicada da UNESP. Basicamente ele é um computador nos mesmos moldes do OLPC, com um processador RISC de 400MHz, 128MB de memória RAM, display colorido de alta resolução de 7â€, 1GB de memória de armazenamento, conexão wireless e por cabo e saída de vídeo para TV ou monitor de PC. Já foi feito um protópipo e o custo do dele ficou em torno de 250 dólares, o que quer dizer que, se for feito em escala, pode ficar muito mais barato. A diferença é que, em vez de rodar Linux, ele roda Windows CE.
Bem, e o que eu acho de um aparelho desses? Olha, mesmo com o Windows CE eu gostaria de comprar um. Afinal de contas, imagine um notebook que custa cerca de 500 reais… Olha, espero que alguma empresa adote essa idéia aí e leve ela adiante, botando no mercado, não restringindo esse equipamento à área educacional. Espero mesmo.
E quanto ao Linux? Bem, eu sinceramente gostaria que esse computador aí fosse vendido com a opção de compra de escolher o sistema, já que há muito mais aplicativos pro Linux do que pro Windows CE. Além disso aqui não funciona o argumento de que se botar Linux vai ajudar a promover a pirataria, pois ao contrário do Windows XP o Windows CE não é coisa de se achar em qualquer canto. Ou seja, é torcer para que quem inventar de comercializar o produto que pense com carinho numa opção “Escolha o sistema operacional desejado” no formulário de compra…
Rola nesse final de semana (dias 9 e 10 de dezembro) a primeira edição porto-alegrense do BarCamp. Para quem não conhece a idéia por trás do BarCamp é o seguinte: o BarCamp é um modelo de evento baseado nos princípios de colaboração e auto-organização. Ao contrário das conferências tradicionais, não há uma pauta pré-definida de apresentações e grupos de trabalho. Os participantes decidem a grade de programação e formam os círculos de debate conforme seus interesses, invertendo o modelo top-down das reuniões de especialistas e adotando um modelo emergente, bottom-up. O trabalho da organização é mais facilitar do que comandar. Por isso, costuma-se dizer que os BarCamps são “desconferências”.
O coletivo de blogs mais legais do país, que hospeda vários dos melhores blogs daqui do Rio Grande do Sul, o
Só que tem um detalhe: um deles resolveu usar o gravador de vídeo do celular e