Parklife

Faz um bom tempo que tenho usado o Mozilla Firebird, mas só agora com o Firefox é que resolvi instalar o plug-in do Flash. Com isso pela primeira vez eu vi o menu do blog da Carmela e tive acesso à sessão info. E lá eu vi um video promocional (feito pela Carmela e pela Manu para a cadeira de Projeto Experimental em TV III) do blog Parklife. Foi legal ver as irmãs Colla lá, além de conhecer a face em movimento da Homera e da Mariana.

Farang Ding Dong

Sabe aquelas mulheres africanas que tem um pescoço extremamente longo, devido à colocação de anéis que forçam a cabeça para cima? Pois é, há quem diga que há na Ásia um lugar onde as meninas são tratadas desde cedo com chás e outra coisas para que fiquem com seios enormes. Tem umas ali que foi preciso usar um pára-quedas como sutiã – e depois querem que a gente acredite que tudo ali é real. Sei…

Teimosia

Tenho aqui em cima da minha mesa um parafuso e uma porca. Elas deveriam se encaixar perfeitamente, mas isso não acontece. Simplesmente consegue-se encaixar as duas mas não se chega a completar uma volta completa do parafuso. Há uma falha na porca, já testei o parafuso em outras porcas e não houve problema. Há uma falha na porca. Mesmo assim insisto em girar o parafuso para ver se eu moldo a porca, ajustando ela. Óbvio que isso não adianta nada, que o ferro é duro, não vai ser a pressão das minhas mãos que vai resolver o problema. Mas mesmo assim, noite após noite, quando páro na frente desse computador fico ali, com a porca e o parafuso na mão, encaixando eles, procurando completar uma volta completa, duas, três, até o parafuso sair do outro lado e a porca ir até a cabeça. E fico pensando se o parafuso é o que eu acredito e a porca o que eu desejo. Será que não está havendo uma contradição entre as duas coisas? Estava certo quem disse que a coerência é uma armadilha.

Talvez a solução seja ir numa loja de ferragens e trocar a porca. Mas o que eu faço com os meus outros problemas? E se não houver lojas para vender o que eu quero? O parafuso também é moldado em ferro.

Gula

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Tu vê… eu nem achei o Encontros e Desencontros tão genial assim, mas me deu uma vontade enorme de ver ele de novo. Foi só comentar sobre ele com um colega (que, aliás, vai lançar em maio um livro sobre autoria cinematográfica, poética e sensibilidade, o que tem tudo a ver com o filme da Sofia Coppola) para desejar rever as ruas de Tóquio ao som de Jesus & Mary Chain.

Carente tarente

Essa é especial para o meu amigo Diego, mas pode-se dizer que se aplica à mim também:


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Ando tão à flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar



A foto é de Robert Doisneau e a frase é da música Flor da Pele, do Zeca Baleiro (não, essa letra não é da música Vapor Barato, do Jards Macalé e do Wally Salomão). Tenho a leve impressão de que o Diego vai ler e dizer \”Argh! Zeca Baleiro!!!\” mas enfim…

Firebird is dead!

\"\"Só para avisar: o Mozilla Firebird mudou de nome. Agora ele se chama Mozilla Firefox. Ok, e porque isso? Simples: porque o projeto Mozilla pisou na jaca e na hora de escolher um nome para o browser enxuto deles eles pegaram justamente um nome que já era utilizado por um projeto open-source: o Firebird SQL.

Para quem não conhece o Firebird original é um banco de dados relacional que teve sua origem no InterBase, da Borland. Em 25 de julho de 2000 ele teve o seu código fonte liberado. Ou seja, o pessoal do Mozilla Group conseguiu a proeza de escolher um nome conhecido dentro da comunidade open-source, isso depois de mudar o nome do browser (já que já existia um navegador criado pela Phoenix Technologies – lembre-se que antes o Firebird se chamava Phoenix). A história completa dessa confusão toda está no mozillaZine.

E o que fica de lição? Fica que na hora de se fazer um sistema open-source não custa nada dar uma procurada no Google para ver se não há outro projeto já estabelecido com o nome desejado (esse estabelecido pode dizer tanto à questão de popularidade como de registro de marca).

Agora dá-lhe trabalho para atualizar tutoriais, manuais, etc, etc…

Pagamos pau

Tem sessão nova lá no Gordurama, o Pagamos pau, que trata sobre clássicos. E a estréia é nada mais nada menos que o album Lóki, do Arnaldo Baptista, devidamente resenhado pelo amigo do peito Rafael Spoladore. Aliás, não quero dizer nada, mas acho a capa do disco uma das mais feias já feitas até hoje na história do rock brasileiro… Ainda bem que capa é só enfeite, não conta nada no resultado do disco.