Poupe seu tempo e seu coração garoto…

Fiquei pensando esse fim de semana que as pessoas deveriam ter um sinal na testa ou em qualquer parte do corpo mostrando que elas estão apaixonadas. Um sinal meio mágico, que só a pessoa que fosse o objeto da paixão não pudesse ver, para a coisa toda não perder a graça (sedução, aproximação, essas coisas). Isso serviria para uma coisa muito importante: a pessoa que olhasse o sinal saberia que a pessoa está apaixonada, mas não por ela.

Quantas ilusões tal sinal destruiria, poupando assim corações e mentes? Ou será que a vida perderia a graça? Afinal, quantos romances não foram escritos em cima desses enganos e nas desventuras decorrentes? Quantas histórias boas já não vieram disso? Quantos músicas? Filmes? E se houvesse tal sinal, que histórias viriam numa realidade dessas? Qual seria a graça nesse mundo? Como se sentiria o marido que de repente vê na testa da sua esposa o sinal? Como seria tal sociedade? Será que haveriam crimes passionais?

Brincando brincando dá prá fazer uma bela ficção de fantasia em cima de um pequeno sinal…

Autoramas again, again and again

O show de ontem do Autoramas no 356 estava bom, tecnicamente falando. Não é dizer nada mas o palco do 356 é o mlhor da região no quesito qualidade do som. O caso, entretanto, foi o show menos vibrante que eu vi deles. O show deles no Dr. Jeckyl, segunda-feira, foi algo. Deve ser o ambiente do Expresso, já que não é a primeira vez que vejo isso acontecer lá. Ou talvez seja o fato de que, depois do megashow do lançamento da Radio Unisinos FM, olhar o 356 não lotado deve ser algo meio decepcionante… Mal sabiam eles que 356 com mais de 20 pessoas dentro numa sexta-feira é algo raro, e onde o evento raro ocorreu. Mas, enfim, a winston é que foi o ponto alto da noite: estava bem melhor em palco,além de não ter rateado e ter levado os CDs para vender. Não dá para entender como banda independente bota o pé na estrada sem levar caixas dos CDs para por na roda…

E ontem novamente se observou o clima legal que se viu no show da Not So Easy e Winston no Tequila Pub. Há uma energia positiva rolando nessas festas e isso é bom, muito bom. Claro, teve seus momentos constrangedores, o que sempre acontece, mas no mais a noite foi muito boa 🙂

Foco no negócio

Trabalhar sábado de tarde é algo chato, muito chato. Ok, há trabalho para entrar na segunda-feira então a coisa tem que estar no ar. Assim, sem choro nem vela. Então o jeito é baixar a cabeça. Menos mal que os meus colegas de trabalho são bem-humorados, e volta e meia saem pérolas como essa da Adriana:

– Quando comecei a fazer o curso de webmarketing e o Leandro (marido dela) disse que eu ia sofrer uma lobotomia. Depois disso eu passei a falar prá ele (imitando voz meio robótica) \”Você é muito importante para mim!\”

Não, lendo assim não tem graça… você tem que ouvir ela falando. Sinto muito 😉

Árvore que dá frutos

E eis que estou aqui no meu setor trabalhando bem tranqüilo quando um monte de colegas entram na sala e começam a aplaudir o meu colega Fabrício Carpinejar. Fiquei olhando sem entender nada, até que me explicaram que uma mensagem foi mandada para a lista do setor. Vou lá olhar e vejo isso:

Colegas:

Coisas boas devem ser divididas. Coisas ótimas, então…

Seguinte: nosso colega Fabrício ganhou o Prêmio Olavo Bilac, o mais importante da Academia Brasileira de Letras, pelo livro \”A biografia de uma árvore\”. Ele recebe a honraria junto com Antônio Carlos Secchin, autor de \”Todos os ventos\”. O interessante é que o Secchin fez o prefácio do primeiro livro do Fabrício. Em geral, o prêmio é dado a escritores com carreira muito longa. E o Fabrício é novíssimo, mas com um talento que extrapola toda a sua juventude.

Bom, resumindo: ELE MERECE!!!

Um abraço especialíssimo para nosso supercolega (em todos
os sentidos)!

Angela Rahde

Óbvio que, sendo eu o o coordenador da lista, a gozação foi direta, do tipo \”Pô, não está lendo os emails\”, mas faz parte. Bem, enfim, já que não aplaudi na hora por estar com a cabeça em outros lugares mando meus parabéns aqui:

Parabéns Fabrício! 😀

Vermelhão

E eis que hoje eu conheci pessoalmente a Bethânia. A Nay já tinha me falado várias vezes dela, que ela é uma garota legal, etc, etc… Bem, hoje estava visitando o blog do Rique quando vi lá escrito um post sobre ela. Vou nos comentários e vejo que a Bethânia dele é a mesma Bethânia da Nay… Bem, o que aconteceu hoje de noite? Estava na Unisinos quando encontrei a Madi e resolvi perguntar:

– Madi, quem é essa tal de Bethânia?

Na mesma hora uma guria que estava ali do lado se manifestou e disse: \”Sou eu! E você, quem é?\” Eu me assustei e soltei \”Charles\”, meio envergonhado. Na mesma hora:
– Ah, é tu o \”famoso\” Charles? Que legal! A Nay falou super
bem de ti! Blá blá blá…

Confesso: fiquei num vermelhão enorme, todo sem jeito, e só consegui dizer que eu tinha na verdade contratado a Nay para fazer propaganda de mim, que a Madi ali do lado era prova que eu não era tudo aquilo, etc… O gozado é que a Madi na mesma hora emendou \”É, ele não é tão legal assim mesmo!\” Isso sim foi engraçado.

Mas, enfim, fiquei conhecendo a guria, e posso concordar com a Nay: Ela é muito legal.

E já que falei sobre a Madi uma coisinha: Guria, valeu pela conversa de hoje 😉

Ring my bell

E eis que eu esqueci de novo de pagar o telefone. Resultado: dois dias sem poder ligar de casa. Sim, eu sei que tem débito em conta, etc, etc, mas fazer o que se eu náo confio em processos automáticos? Vai que entre uma coisa estranha na conta e eles primeiro limpem a minha conta? Melhor atrasar do que ser limpado de uma hora pra outra.

Bom karma

Como é sabido o estágio é a ante-sala do Inferno. Estagiário serve para sofrer, ser humilhado, ser usado como capacho, courinho, para lavar papel-carbono e procurar envelope redondo para carta circular. Estagiário é o ser mais desprezível da face da Terra. Na verdade nem ser é. É uma coisa desprezível, que tem que aprender desde cedo qual é o seu lugar no mundo: o vácuo.

Mas, fazer o que se hoje, aqui do lado de onde eu trabalho está havendo um brique e ali estão vendendo docinhos? Pois é, fui lá e comprei brigadeiros para os meus colegas de setor, incluindo aí as estagiárias. Eu devia? Claro que não, afinal estagiário tem que sofreeeeeeer, para aprender desde cedo que o mundo é cruel, injusto e nos dias de chuva cheio de lama. Mas, enfim, fui lá e comprei para as estagiárias também. Um pouco de doce antes de saberem o gosto do fel!

E se ninguém entender porque esse post é simples: uma colega passou para a estagiária nova o endereço desse blog! Assim sendo: Cuidado Cris, você não sabe o que a espera 😉