Pela quantidade de coisa que o pessoal da Walverdes tá escrevendo no blog deles o b2 pelo jeito caiu no gosto do pessoal 🙂
Lesgal!
Sábado passado, durante a festa, conversei com o Douglas sobre tubarões. Ele estava impressionado com a selvageria do bicho e estava falando que ele era praticamente invencível. Foi aí que eu me lembrei e contei para ele que golfinhos matam tubarões, coisa que o Galera chamou a atenção que pode ser lenda. Pois bem, fui atrás de informações e achei a seguinte afirmação feita por Fernando L. Martins, instrutor de mergulho:
Como são grandes predadores, os tubarões não possuem muitos predadores naturais. Alguns exemplos poderiam ser as orcas (Orcinus orca), cachalotes raramente (Physeter macrocephalus), algumas espécies de crocodilos (particularmente na Austrália) ou outros tubarões. Golfinhos podem matar tubarões, mas não com o propósito de alimentação e sim de proteção, então não são considerados predadores.
Já nessa página vi que são necessários apenas 5 golfinhos para se defenderem de 90 tubarões: os golfinhos quando ameaçados se organizam de forma que, enquanto alguns deles distraem os tubarões, outros atacam, dando um golpe no peito ou mordendo-o (sangrando o tubarão é atacado por outros tubarões). Só que o fato da página ser uma daquelas moralistas, querendo transmitir uma “mensagem”, não dá muita confiança para levar tal informação a sério, de forma que se alguém souber alguma bibliografia séria sobre o assunto eu agradeço.
De qualquer maneira, uma coisa que eu fico imaginando que deve ser a briga é um pega entre um crocodilo e um tubarão. Uh!
Coloco as mãos sobre os ouvidos e fico escutando o zumbido. Sim, 9 horas depois do show da Walverdes, MQN e Autoramas ter acabado ainda estou com seqüelas auditivas. Não sei se isso vai acabar em surdeira antes dos 60 anos, mas enfim, dane-se: qualquer coisa aprendo a ler lábios, já que perder um show como o de ontem é crime.
Rrrrrrrrrooooooock!
E ontem teve festa na casa do Douglas, festejando a chegada do colega de apartamento Marcos. Cheguei lá pelas 18 horas e encontrei Douglas, Madi, Rique, Maurício, Marcos, Nay (aliás Marcos e Nay formam um belo casal 😉 ) e a galera da Winston. E enquanto eu estava lá foram chegando Leonardo, Zé, Vinícius, Arlen e namorada, Jamile, Porsche, etc, etc, etc… Muita gente legal, muito papo jogado fora, muita música rolando. Noites assim são ótimas.
E é interessante ver que pelo fato da festa ter começado cedo às 2 da matina eu tinha a sensação de que já era tarde, muito tarde, tanto que fui prá casa dormir. A mesma sensação se repetiu hoje, com o show da Stereo Total no meio da tarde. A impressão que eu tenho que agora é tarde e que logo logo tenho que ir prá cama… Bom que isso aconteceu hoje, já que amanhã eu vou passar o dia todo numa reunião (sim, a reunião vai durar umas 6 horas) e de noite vou ver Walverdes + MQN + Autoramas no Dr. Jeckyl. Assim, estar bem descansado para amanhã é primordial 😉
Quando Françoise Cactus perguntou pro povo se eles queriam ouvir a versão de L\’amour à 3 em português ou francês o povo decidiu: em português. Ela fez um muchocho, dizendo que preferia em francês mas mesmo assim mandou ver. Assim foi o ponto alto do show da Stereo Total, lá no Espaço Cultural Santander, um show que primou pelo humor, pela simpatia e pela criatividade. Quem pensa que um show feito todo sobre bases pré-gravadas é algo sem emoção se engana. A dupla veio e mostrou isso para a gauchada(com direito a \”excursão\” de pessoas do Vale dos Sinos: Karenina, Léo Britge, Dani, Renato, Maurício, Carla, Camilo, Vignoli e por aí vai) que foi lá conferir.
O único porém é que não tinha CDs da banda para vender no final do show. Pelo que fiquei sabendo o problema é que os CDs já deviam ter numeração e a gravadora nesse ponto rateou. Bem, o jeito agora é pedir pelo correio, pois quero ver se vai aparecer o CD deles em alguma loja…
Bah, dessa vez eu me superei! Durante meses achei que o blog do Ed era esse:
enquanto na verdade é esse:
Agora eu fico me perguntando por que eu achei que o blog de um era o blog do outro. Acho que o tal do Nando participou do curso do Gustavo sobre cultura e mídia dos anos 90, mas não tenho certeza.
De qualquer maneira bah velhinho, desculpa a confusão aí…
Diário Popular – “Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível”
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”.
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. “Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão”, diz.
É por essas que sempre faço questão de cumprimentar o pessoal da limpeza e da vigilância. Tem gente que olha para eles como coisas, enquanto aproveito e bato um papinho legal.
Mas confesso que cumprimentar gari nunca cumprimentei não. Sempre dou um oi pro pessoal do caminhão do lixo, mas nunca me lembrei de cumprimentar os garis, até porque eles são realmente invisíveis. Quando foi a última vez que eu vi um gari?
Update: me lembrei desse comentário massa do Mini sobre os garis e esse psicólogo. Vida, leva eu!
Update 2: só para lembrar, eu copiei esse artigo de um site, fiz um copy&paste, como se pode ver pelo link no titulo. Eu não conheço o senhor Fernando Braga da Costa e nem imagino como entrar em contato com ele. Se querem entrar em contato com ele por favor entrem em contato com a redação do Diário Popular, que eles sim podem ajudar.
![]() – Olha lá Yulia! Eles cairam de novo! |
Pois é… quanto eu mais leio sobre Tatu mais eu me divirto. A música é qualquer coisa, mas o auê que fazem em cima das duas é muuuuito legal. Aliás, esperem o dia em que for feito o anúncio de que as duas vão fazer um filme erótico (ou uma comédia romântica lésbica com cenas calientes entre as duas). Pelo menos eu acho que é só o que falta fazerem depois dessa notícia de que elas vão se casar caso ganhem um concurso e que pensam em abrir um bordel… Aliás, o tom da notícia é algo digno de nota. É incrível como as pessoas caem nessas armadilhas de marketing 🙂
Steve Sealink
tATu\’s increasingly implausible lesbionics are spiralling out of control faster than an Aeroflot Dakota with Vlad the pilot stoked up on the Stolichnaya.
The Ruskie perv-inspiring pop pair – Lena and Julia – now reckon they\’re going to get MARRIED in Germany in the summer – after no doubt garnering some wry quips from Terry Wogan when they represent Russia in the Eurovision Song Contest on May 24.
He\’s a one…
The latest red-top headline-rousing bobbins from the tiresome twosome was relayed to famous German tabloid Bild. Think the Daily Star with more nuddy bits and you\’re in the right area.
After announcing their nonsensical nuptial intent, Lena added the latest, yawnsome dose of tabloid tittilation, saying: \”We were never faithful to each other. We also had lots of sex with boys (but) we don\’t have time for sex any more.\”
\”We still live with our parents but we want to move in together now – into a former brothel.\”
Girls – you\’re shocking us. Go to your rooms now!
tATu\’s May Wembley Arena gigs have been binned due to chronic sales, which the papers have been blaming on fearful parents not wanting to expose their little teen darlings to a show crammed with smutty, schoolgirl corn-fed carpet-munching codswallop.
And these are the same adults who would think nothing of letting them buy a Busted album.
Outrageous.
Vai, me diz: como não se divertir com essa história toda? 😀
Essa eu tirei do no mínimo | Weblog:
Pra chorar
Não que por aqui exista alguma paixão por momentos piegas, mas vez por outra, pode.
A menina, 13 anos, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo da NBA. Vinte mil pessoas no estádio, ela afinadinha.
Aí o braço treme, ela engasga, esquece a letra. Treze anos. Sozinha ali no meio.
Num repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.
O link do vídeo, abaixo.
> via Metafilter
http://www.metafilter.com/
> Vídeo
http://www.nba.com/media/blazers/CHEEKS_GILBERT_ANTHEM.asf
Pois é, eu já tive meu dia de Natalie Gilbert: foi quando eu tinha sei lá quantos anos (ainda não tinha chegado aos 20, isso é o máximo que eu lembro) e fui chamado para rezar um Pai Nosso num culto. Não lembro direito, acho que foi num culto de Natal, mas o fato é que a igreja aquele dia estava cheia. Lotada. Pois bem, lá fui eu para a frente de toda a comunidade rezar. Comecei o \”Pai nosso que estás nos céus. Santificado seja o teu nome.\” e fui indo, até que lá pelas tantas branco total. Não conseguia lembrar de nada. Só que, ao contrário da garota aí eu não tive um Mo Cheeks para dar uma mão. Olhei para aquele povo todo ali, pro meu pai meio branco (pô, ele era nada mais nada menos que o presidente da comunidade evangélica de Taquara!) e tasquei um Amém, saindo logo dali.
Que mico.