Charles? Charles Bronson?

Um dos problemas de ser um Charles é que invariavelmente sempre tem alguém que pergunta \”Charles Chaplin?\” ou \”Charlie Brown?\” ou \”Principe Charles?\”. Aqui no Rio Grande do Sul ainda tem o \”Charles Master?\” para encher o saco… Mas, sem dúvida nenhuma, a pergunta campeã era o \”Charles Bronson?\”. Pois é, e não é que ele morreu?


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Tenho a impressão que lá se foi o Charles mais famoso do mundo…

Atentado Poético

Recebi via email:

Atentado poético

No próximo 11 de setembro ocorrerá em diferentes partes do mundo um atentado poético.

Todas as pessoas interessadas no saber estão convidadas a sair pelas ruas nesse dia com um livro, dedicado a um desconhecido, e deixar esse livro em um parque, um café, um lugar público, para que seja encontrado e levado de presente.

Aos doadores, por sua vez, é permitido receber e levar para casa os livros que encontrarem.

Você adotará um livro?
Libertará um livro?
Por favor, circule esta informação.

Esperamos que o movimento cresça.
Obrigado a todos os leitores desconhecidos.

Taí uma…

Update: taí nada. Agora que me caiu a ficha do dia quando vai ser o \”atentado\”. O nome escolhido agora me soa uma piada de muito mal gosto.

Maldade

Confesso que não consegui deixar de rir ao ler o tom adotado pelo jornal CWB News ao falar sobre o Rock de Inverno 4. A parte que eles falam então da Blanched está simplesmente hilária:

Macambúzios

A noite de sábado será encerrada pelos gaúchos macambúzios do Blanched, que em nada lembram o som \”alegrinho\” e o visual retrô das bandas que integram a comissão de frente da cena alternativa gaudéria, como Bidê ou Balde e Cachorro Grande. \”O nosso som vem dos nervos e vai para os nervos. As distorções explodem na hora em que menos se espera, assim como as decepções da vida\”, choramingam os gaúchos.

É ou não é parar rir?

E antes que alguém pergunte: o show da Blanched foi simplesmente sensacional. O interessante foi ver a reação do público: o povo simplesmente estava delirando. Por exemplo, o Rubens K (baixista da Iris e da Jully et Joe) simplesmente surtou e ficou acompanhando as músicas berrando. O Leonardo não deve ter gostado muito, mas eu achei interessante. O setlist do show foi o seguinte:

  • Ter estado aqui
  • Tristes dos que procuram dentro de si respostas, porque lá só há espera
  • Mandrágora
  • Insano
  • Depois da noite
  • Cada um
  • Um palhaço no campo de concentração
  • Hoje eu tou melhor
  • Casa de descanso

Vale notar que pela primeira vez um show da Blanched teve um biz, que foi Mandrágora.

Xabu

Pois é, deu rolo no 4° Festival de Inverno:

Rock de Inverno 4 cancelado

A De Inverno Records informa que o Rock de Inverno 4, festival agendado para os dias 29, 30 e 31 de agosto está cancelado pois o Diretoria Bar, que abrigaria a mostra de música independente foi embargado minutos antes de iniciar a exibição do vídeo documentário Rock de Inverno 3, que abriria o evento, ontem a noite. Equipes da polícia militar, vigilância sanitária e secretaria municipal de urbanismo fecharam o local, segundo os comandantes da ação, por irregularidades na documentação de funcionamento. Ao fechar a agenda com o local, há quase dois meses, a produção do festival teve a garantia de um dos sócios proprietários de que toda a documentação relativa ao funcionamento do local estava em ordem. O Diretoria Bar vem abrigando shows, inclusive um internacional, há meses.
A De Inverno lamenta o ocorrido e agradece a compreensão dos músicos, imprensa, apoiadores e do público.

Sim, isso mesmo: não rolou o festival. E daí, o que fazer? Bem, já que a minha passagem de volta para segunda-feira de manhã o jeito é ficar por aqui mesmo e conhecer melhor a cidade. E quanto à Blanched a organização do festival conseguiu fazer com que eles se apresentassem em outro bar, de forma que eles não perderam a viagem. O chato é que o pessoal da Sonic Junior já estava com as passagens compradas para hoje, de forma que não teve como rolar um show deles. Depois no Gordurama vou dar maiores detalhes sobre esse rolo todo…

Eis-me em Curitiba

Já estou em Curitiba, na casa do pai do Rafa, com ele me pentelhando aqui do lado 🙂 Primeira impressão da cidade: nisseis, muitas nisseis. A colônia japonesa aqui é bem maior do que eu pensava. A Eiko com certeza ia se sentir em casa aqui. Ou tra coisa que eu percebi: é uma cidade plana, e de fata é muito bem sinalizada. Foi facílimo se achar aqui no centro da cidade. Impressionante.

Mas é isso. Agora com licença que eu sei lá o que vou fazer, mas chega de computador por hoje 😉

Mais sorte que juízo

Fui procurar agora a minha máquina fotográfica e eis que encontrei ela com pilhas dentro. Essas pilhas devem estar ali desde março! É um milagre não terem vazado e estragado a máquina ( se bem que não ia ser um grande prejuízo: é uma maquininha dessas simples, sem nada de especial – quero só ver como vão ficar as fotos tiradas com ela…).

Partilha

Porque levo Richard Stallman a sério, mesmo com a mania que ele tem de ser ranheta e ficar se pegando em detalhes (dizer GNU/Linux em vez de Linux por exemplo)? Por causa de algumas coisas que ele diz, como essa:

Por que você critica o uso do termo \”pirataria\” para o uso não licenciado de software proprietário?

Pirataria originalmente era atacar navios. Era isso que os piratas faziam, eles atacavam os navios, matavam a tripulação e roubavam a carga. E isso era terrível. No entanto, dividir cópias de programas ou de música é algo bom. Você não pode encontrar nada mais diferente de pirataria do que isso. Quando afirmam que, se você partilha algo com seu vizinho, é um pirata, o que realmente estão dizendo é que ajudar seu próximo é moralmente tão condenável quanto atacar um navio. E não é, porque atacar um navio é ruim, e ajudar o próximo é bom. Eu rejeito esse termo. Nenhuma sociedade pode aceitar a idéia de que dividir com o próximo é algo ruim.

Agora repare que, apesar do Stallman falar sobre software livre, não devemos pensar apenas em software. Devemos pensar de forma mais ampla, pensar em música, em livros, no conhecimento que temos todos dentro de nós.

Lembranças de um passado recente

E eis que o artigo que saiu sobre O Apanhador no jornal O Polvo está na rede: Em nome do alternativo. Isso foi a o quê? Dois meses e meio atrás? Pois é, nesse meio tempo sai do zine e ler o artigo parece que fala de algo muito, mas muito distante. Gozado isso.

E lamento profundamente que o blog do projeto esteja baleado. Já falei pro Marcos sobre o Pivot, um sistema que não precisa de base de dados MySQL, mas acho que ele deve estar ocupado demais no trabalho dele… O caso é que sinto falta do blog: era por ali que eu me mantinha informado do que acontecia.