Quem?

Alguém saberia me dizer o nome da garota que dança no videoclip da música \”How soon is now?\”, do The Smiths? Há anos que me pergunto quem é ela…

The #Taquara Times is out

O The #Taquara Times é um blog que reúne o que \”de melhor\” aparece no canal #Taquara, do Via-RS. Pois bem, eis que depois de um tempo sem acessar vou lá ver o que há de novo e me deparo com A pérola:

Domingo, Março 10, 2002
[blog temporariamente desativado, pois algum ircop muito do inteligente quis se livrar de algum usuário idiota da TCA e acabou banindo todo o servidor]
posted by Julio Biason 11:59 AM

:))))))))))

Para quem não entendeu a graça, explico: é que 99% dos frequentadores do canal, incluindo os IRCops, são usuários da TCA 😉 Isso explica porque nos últimos tempos o canal está tão vazio…

E antes que eu esqueça…

Se você acha que este blog está com posts que vão naquela linha de querido diário, com questionamentos sobre o papel que eu exerço no mundo, só quero lembrar que estou no meu inferno astral, que daqui a menos de trinta dias estarei fazendo aniversário. Ou seja: estou naquele período de me questionar o que afinal estou fazendo no mundo. E uma coisa eu garanto: quero passar esse período da forma menos estressante possível.

E amanhã, com calma, vou ver o que a minha inquilina quer comigo com tanta urgência…

Dois dias

Só para registrar: Lancheria do Parque em dois dias. No sábado, vazio. No domingo, lotado. Acho que o povo não gostou muito dos shows que estavam rolando na Redenção…

E em dia tranqüilo o lanche é bom? É.

Marcante?

Sobre essa história de ser facilmente \”lembrável\” eu confesso que fico encucado. Teve uma época que eu achava que era por que eu era chato, mas meu amigo do peito Renato Velho fez um discurso dizendo que eu não era chato, que eu já tinha sido muito chato mas isso já tinha passado. Eu não tinha levado muita fé na história, até que uma guria que foi fiscal no dia que fiz vestibular na Unisinos chegou e me cumprimentou pelo nome. Isso foi ano passado, onze anos depois de eu ter feito vestibular. Para uma pessoa como eu, que tem dificuldades enormes de guardar o nome dos outros e que já conseguiu esquecer o nome da própria mãe isso é muito estranho. Ou seja: eu devo ter alguma coisa que marca, que chama a atenção. Posso assegurar que não é nada a ver com beleza, que não sou bonito. Não tem nada a ver com inteligência, que o que eu falo de besteira e coisas inconvenientes sem nada a ver não está no mapa. Vai ver que é por aí a resposta. Vai ver que é a soma dos meus defeitos que me tornam facilmente reconhecível.

Mas que é muuito estranho uma pessoa que te viu uma única vez depois de anos te cumprimentar pelo nome isso é.

Frank Jorge no Ocidente

Fui para PoA ver o povo do #rs_rock, só que não achei ninguém. Tinha muita, mas muita gente na Redenção, e acho que eles foram ver os shows de comemoração dos 230 anos da cidade. Assim, fiz um lanche na Maomé, vendo se justificava a fama (justifica) e estava já indo embora para São Leopoldo quando encontro a Letícia, uma garota que conheci no metrô quando ela estava vindo ver um show do Walverdes no BR 3 Studio. E eis que ela me perguntou se eu ia ver o show do Frank Jorge no Ocidente. Eu tinha visto na lista que ia ter show, tinha visto no Eaí? que ia ter show e nem tinha me tocado de ir lá. Sim, não posso ser chamado de fã número 1 do Frank Jorge, até porque isso não seria verdade. Mas fui ver o show, sim. Fui e o Frank me viu e não sei como se lembrou de mim em São Leopoldo, e antes de começar me perguntou se eu tinha vindo especialmente de São Léo para ver ele. Tive que ser sincero, e ele riu. Gente fina o Frank.

Quanto ao show nada para comentar: muito bom, com direito à graforrices como Amigo Punk, que essa não pode faltar e que ele canta com prazer.

E para encerrar a noite de forma perfeita, enquanto estava acompanhando a Letícia até o ap dela (junto com um amigo dela, que toca na Acústicos & Valvulados) encontrei a Vica. Rimos do fato de que depois de anos sem se ver a gente se via em dois dias seguidos, e peguei o telefone dela. Tonto basta ser uma vez.