Quando tirei a Poanet do ar coloquei uma página meio de brincadeira lá, com um link para o meu email. Pois bem, agora nem isso tem. Quem olhar lá verá uma página em branco. Por quê? Por causa dos emails idiotas que eu recebo de pessoas que param no site e não encontram o que queriam. E por que não encontram o que queriam? Porque a questão de três anos anos atrás, ou mais, alguém tinha o domínio poanet.com.br e foi em tudo que é lista de endereços possível e imaginável registrando o seu site. Passa o tempo, essa pessoa desistiu do endereço, parou de pagar e a Fapesp anulou o registro. Um amigo meu então comprou o link pensando em desenvolver um projeto de portal mas por n motivos acabou desistindo, me repassando o domínio. Assim sendo, faz no mínimo dois anos que a página não tem mais o que era anunciado nos mecanismos de busca, certo? Certo, mas o que acontece é que os mecanismos de busca continuam apontando para a página em questão, mostrando que o índice deles simplesmente não é atualizado. O Cadê? é um ótimo exemplo. Simplesmente aquele que se proclama “o maior catálogo de sites da Web brasileira” não atualiza a sua lista de links. Que adianta ser o maior catálogo se este é composto de links desatualizados? Pior é que você pode até mandar emails para essas ferramentas de busca dizendo que o link em questão foi modificado, mas quem disse que eles prestam atenção e atualizam seu índice? Ridículo isso! Mas mais ridículo ainda é ser obrigado a ler emails me xingando por que não encontrou o link desejado. E eu lá tenho culpa pela incompetência dos outros? Oras bolas!
Author Archives: Charles Pilger
Fui assistir Neto Perde Sua Alma, produção gaúcha que ganhou prêmio especial de júri, de público, de som e de montagem em Gramado. Merecia? Bem, o cinema que eu fui, aqui no shopping de São Leopoldo, não permitem que eu possa responder quanto ao som, já que o mesmo estava horrível. Quantos aos outros, bem… Na verdade, o filme sofre de 2 males:
- paisagismo de cartão-postal constante: parecia que o filme era financiado pela Secretaria de Turismo do Estado do Rio Grande do Sul. Várias e várias tomadas de paisagens, da vida no campo, das lides gaudérias, no melhor estilo “para inglês ver”
- o filme parte do princípio que quem está olhando sabe a história da Revolução Farropilha. Tanto que a única cena que aparece da guerra é a da Batalha do Seival, que pode ter sido emblemática, mas não explica como o conflito nos pampas durou 10 anos. Para quem não é do Rio Grande do Sul, o filme não é nem um pouco claro.
Mas tirando esses dois defeitos, o filme é bom ou não? Sinceridade: é mediano. Há cenas belíssimas e fortes (a do Neto narrando seu encontro com o Imperador é sensacional), mas no meio de um vai não vai que não tem sentido. Eu realmente lamento pelos alunos das escolas de ensino médio que essa semana (é a Semana Farroupilha, quando se comemora a revolução) serão obrigados pelos professores de história a ir no cinema e assisti-lo. Não é um filme para adolescentes, mas sim para adultos que primeiramente conhecem a história e segundo que entendem os vários símbolos que estão espalhados pelo filme (o mais óbvio é o do corpo do Neto na cama do hospital, como se fosse um Cristo agonizante).
Ao mesmo tempo que a gente lê sobre os esforços dos voluntários para achar sobreviventes nos destroços do WTC, ficamos conhecendo um pouco mais do quanto o ser humano pode ser baixo: Cruz Vermelha alerta sobre e-mail falso pedindo ajuda a vítimas. Como acabou de dizer a minha colega Lizi: “Quando a gente pensa que já viu tudo…”
Do Iotti, cartunista do jornal Zero Hora:
Paul Wolfowitz, sub-secretário de Segurança dos EUA (retirada da Veja Online):
Não se trata apenas de capturar essa gente e fazer com que paguem. Mas de eliminar santuários, sistemas de apoio, acabar com Estados que patrocinam o terrorismo.
Bem, se eu me lembro bem, o Osama bin Laden foi treinado pela CIA e pelo MI3. Será que Estados Unidos e Israel podem ser considerados países que fornecem sistemas de apoio ao terrorismo?
Mas que barbaridade: Kill Osama bin Laden.
CCC condemns attacks against communication systems:
Electronic communication infrastructures like the Internet are now necessary to contribute to international understanding. In a situation like this, which is understandably tense, it‚s simply not acceptable to cut lines of communication and provide a stronger foundation for ignorance.
E ao que tudo indica foram mesmo árabes que promoveram os atentados. Pena. Se fossem americanos o problema era interno, mas sendo árabes com certeza vem uma guerra feia pela frente…
E o Alexandre Inagaki me mandou uma dica prás minhas crises de insônia: Sleeping. De fato, ficar olhando essa página dá um sono…
Às vezes fico me perguntando se dizer que os atentados aos Estados Unidos são resultado da sua política externa é adotar um comportamento semelhante a daqueles que dizem “ela estava agindo de forma provocante, por isso foi estuprada”… Será que a analogia é válida?
E deu no blog da Cora Ronai que o CEO da Coffe Cup pediu desculpas pela mensagem irada que enviou. Ele argumenta que foi o calor do momento e que é humano. Ok, ok, eu pessoalmente aceito as desculpas e qualquer hora dessas dou uma olhada nos softwares da empresa dele…
E não é que a Sopa de Cebola da Maggi é gostosinha? Não é nenhum manjar dos deuses, mas não é ruim não. Prá uma madrugada sem um pãozinho na cozinha até vai. Só espero que ela não arrebente o meu estômago amanhã…
Upgrade no contador: com isso o NetStat tá zerado. Posso ver o número de acessos desde 6 de janeiro aqui: ao todo foram 6043 acessos, sendo que o dia que mais teve acessos foi no dia 7 de junho (104 page views). Reflexo da minha participação na divulgação do plágio do ACM no Catarro Verde… Isso dá uma média de 24 leitores por dia 🙂 Não é nenhum UOL, mas prá mim tá ok :)))
Jokerman
Bob Dylan
Standing on the waters casting your bread
While the eyes of the idol with the iron head are glowing.
Distant ships sailing into the mist,
You were born with a snake in both of your fists while a hurricane was blowing.
Freedom just around the corner for you
But with the truth so far off, what good will it do?
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.
So swiftly the sun sets in the sky,
You rise up and say goodbye to no one.
Fools rush in where angels fear to tread,
Both of their futures, so full of dread, you don‚t show one.
Shedding off one more layer of skin,
Keeping one step ahead of the persecutor within.
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.
You‚re a man of the mountains, you can walk on the clouds,
Manipulator of crowds, you‚re a dream twister.
You‚re going to Sodom and Gomorrah
But what do you care? Ain‚t nobody there would want to marry your sister.
Friend to the martyr, a friend to the woman of shame,
You look into the fiery furnace, see the rich man without any name.
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.
Well, the Book of Leviticus and Deuteronomy,
The law of the jungle and the sea are your only teachers.
In the smoke of the twilight on a milk-white steed,
Michelangelo indeed could‚ve carved out your features.
Resting in the fields, far from the turbulent space,
Half asleep near the stars with a small dog licking your face.
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh. oh. oh. Jokerman.
Well, the rifleman‚s stalking the sick and the lame,
Preacherman seeks the same, who‚ll get there first is uncertain.
Nightsticks and water cannons, tear gas, padlocks,
Molotov cocktails and rocks behind every curtain,
False-hearted judges dying in the webs that they spin,
Only a matter of time ‚til night comes steppin‚ in.
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.
It‚s a shadowy world, skies are slippery gray,
A woman just gave birth to a prince today and dressed him in scarlet.
He‚ll put the priest in his pocket, put the blade to the heat,
Take the motherless children off the street
And place them at the feet of a harlot.
Oh, Jokerman, you know what he wants,
Oh, Jokerman, you don‚t show any response.
Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.