Laerte como sempre genial:


ISTO NÃO É UM SPAM BASTA REMOVER
ISTO NÃO É UM SPAM BASTA REMOVER                                                                     VOLTE SEMPRE

E ontem foi o último dia de trabalho de uma colega muito querida, a Silvana Wutcke. Ela hoje de noite está partindo pra Londres, onde vai encarar um mestrado. Taí uma guria que eu vou sentir muita saudade…

Eu e a Márcia ficamos agora brincando no NetMeeting. Concluão: tenho que comprar uma webcam prá mim 😉 Ok, eu espero até sair do cheque especial para fazer isso… Mas como a Má tem a webcam dela, aí vão duas fotinhos da Jade, a chau-chau que ela ganhou:

 


Não é um bichinho prá lá de bonitinho? Se com a foto ruim assim (culpa da central telefônica do meu prédio, que não deixa eu me conectar a mais de 24 kbps) já é uma coisa fofa, imagina ao vivo 🙂

O Fernando Balestriero me mandou email avisando que o tipo mais comum de sangue é o O, não o A (como pode ser visto nessa tabela). Valeu pela correção!

Numa noite que promete ser de insônia (não é a tôa: depois de doar sangue de manhã e dar uma banda em PoA com a minha irmã à tarde, cheguei em casa as 19h, me deitei e só fui acordar as 11h do dia seguinte, além de depois do almoço dormir a tarde inteira) estou ouvindo alguns CDs que ficam meio de escanteio: Natalie Imbruglia, Sugar, … É nessas horas que eu acho a resposta que a minha mãe faz quando pergunta porque eu gasto tanto com CDs: nenhum deles é uma obra-prima, mas são muito bons de ouvir.

O Denis, da Concatenum, disse que criou uma conta no Hotmail pouco depois das 12h e as 14h57 recebeu o primeiro email, um spam. Pois é, ele teve sorte: eu recebi meu primeiro spam lá exatamente 2 minutos depois de ter se registrado.

E o casal Cirne Lima (filosofo) e Maria Tomaselli (artista plástica) estão indo para a Europa. Com isso estão vendendo a casa deles. Eu sou um que, se tivesse dinheiro, comprava correndo. Como não tenho, faço propaganda de graça…

Não chega a ser engraçado ver lojas de disco vendendo o CD do Supla por 10 reais como sendo promoção quando você sabe que pode comprar esse mesmo CD em bancas de revistas por R$ 9,90?

Ontem pela primeira vez fui doar sangue. Minha tia daqui a alguns dias vai fazer uma operação e para receber sangue é necessário que haja reposição no banco de sangue (o que eu acho bastante justo), de forma que lá fomos eu e minha irmã doar. Eu (que tenho um certo pavor de hospitais, médicos e coisas ligadas à área da saúde) fui meio que tremendo, mas no fim das contas a experiência não representou nenhum problema. Na verdade, estou até pensando em doar mais vezes. Aliás é interessante observar como falta sangue. O problema piora para quem tem sangue diferente do A+, que é o mais comum, ou diferente do AB+, que pode receber qualquer tipo de sangue. Aliás, essa é outra coisa interessante que quando a engenharia genética estiver bastante avançada tornar comum: todo mundo nascer com tipo sanguíneo AB+. Isso seria muito interessante, assim como o fato de fazer com que as pessoas tivessem mais melanina na pele (só anglo-racistas que moram longe dos trópicos vêm vantagens em ter pele branca) e não desenvolverem dentes de ciso.

E hoje terminei de ler Viciado no Perigo, livro de memórias de Jim Wickwire, escrito em parceria com Dorothy Bullitt. Jim é um dos grandes nomes do alpinismo americano, e conta as várias vezes que enfrentou situações perigosas, assim como perdeu vários amigos, durante a prática do seu esporte favorito. É mais um daqueles livros que faz a gente se perguntar: prá que diabos se arriscar tanto? Não, o livro não dá a resposta, mas faz a gente refletir se vale a pena viver tais aventuras, mesmo que isso implique em deixar de lado as pessoas que ama. O autor acha que sim, mas até certo ponto. Vale a pena a leitura.