Feliz, descubro que estão usando um dos meus scripts (o contador de acessos) em um site: X-Special . Legal saber que tem gente usando aquele programinha 🙂

E não sei como descobriram o conversa de robô, mas o Jorge Carcavallo, da Da Vinci New Media e um dos criadores da Sete Zoom, mandou um email dizendo que adorou ler o diálogo e falou de um projeto de literatura interativa que eles estão trabalhando com a Indigo. É bom saber que o pessoal vê algo que a gente faz como realmente ela é: uma brincadeira.

Ai minha mãe minha mãe: é a mulher do meu pai…

Ai minha mãe minha mãe: é a mulher do meu pai… já cantava o Falcão. E eu com certeza sou o filho da minha mãe. Depois de gozar da cara dela por que ela promoveu uma festa de aniversário prá minha irmã e não avisou ela, agora sou eu que virei piada lá em casa, e com justiça. Ok, tudo bem, eu lembrei do aniversário dela, comprei flores para dar de presente e descubro, quase tarde demais, que o dia do aniversário dela era realmente dia 7, mas que o dia 7 não era no domingo, mas sim no sábado. Ainda bem que eu liguei de noite pro meu pai para ver se a mãe estava organizando alguma coisinha e eu pedi para a Márcia darmos uma passadinha lá antes de irmos no aniversário de um amigo dela em São Leopoldo. Foi o que salvou a minha pele de ter que agüentar a Dona Marlene me cobrando até os fins dos tempos o fato de ser um filho desligado, relapso, que não se importa com ela… O chato é que tínhamos combinado com a irmã e o cunhado desse amigo que iríamos junto com eles na festa e no fim eles foram sem a gente. Eu na hora até fiquei na dúvida se ia ou ficava (afinal a Márcia tinha já marcado o compromisso), mas no fim das contas acabamos ficando mesmo. Sei que a Lorena não lê esse blog, mas aí vai o meu pedido de desculpas por causa dessa confusão toda.

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E agora, que tal falar um pouco sobre censura na rede? Discordar das opiniões de uma pessoa é algo permitido dentro das regras da liberdade de expressão. Discorda-se e se contra-argumenta. Se a opinião emitida por uma pessoa é caluniosa e difamatória, para isso existe a justiça. O que não dá é ameaçar alguém de levar umas porradas ou coisa pior. Fernando, eu acho que você volta e meia exagera no Pato de Borracha, mas isso não justifica as ameaças que te fizeram. Vai em frente velhão e bota a polícia atrás desses caras!

E deu no New York Times: Pelotas: de gays e gaúchos (e brasileiros “gauches”). Peraí! E sobre Campinas? Não falam nada?

Uma coisa muita legal: The Theory.org.uk Trading Cards. Quem disse que o estudo de teorias tem que ser necessariamente sério?

E em se tratando de diálogos bizarros, vale a pena dar uma olhada no primeiro volume d‚As aventuras da Liga Extraordinária, de Alan Moore (sim, o gênio de “O Monstro do Pântano”, “V de Vingança” e outras coisitas mais) e Kevin O‚Neill. É uma história criada com vários personagens célebres tais como Mina Harker (de “Drácula”), Alan Quatermain (de “As Minas do Rei Salomão”) e Capitão Nemo (de “20000 Léguas Submarinas”). Ao investigar uma série de adolescentes grávidas em um colégio interno, descobre-se que elas estão não sendo fecundadas pelo Espírito Santo, mas sim sendo estupradas por Hawley Griffin (de “O Homem Invisível”). Após observarem um desses estupros, consegue-se capturá-lo e Mina revela para a administradora da escola feminina (Srta. Coote, de “The Yellow Room”, um clássico da pornografia vitoriana) que não é uma mãe de uma futura aluna, mas sim uma agente da coroa inglesa, e completa:

– Mas há uma garota ferida…

E a garota logo diz:

– Oh, eu estou bem, Srta. Coote. Mesmo tendo sida atacada por aquele demônio, estou decidida a me manter otimista.

Nome da aluna: Pollyana. Isso sim é otimismo a toda prova…

Acabo de chegar de um churrasco com os colegas de trabalho. Foi muito legal, até porque ex-colegas, que agora estão trabalhando em outras empresas, deram as caras. É muito bom ver que todos eles estão bem.

E um dos ex-colegas (o Otávio) faz parte de um projeto de fãs de HQs, o Hyperfan. Ele já tinha me mandado o link antes, mas na correria acabei dando uma visitada rápida e nem prestei muita atenção. Fui lá agora de novo e ví que o troço é mesmo muito legal, com um textos bem interessantes. Só para situar: fãs escrevem roteiros para os seus personagens favoritos. Vale a pena dar uma olhada.

Aliás, parabéns pro meu amigo Leandro Mohr. Apesar do prazo de entrega do TC estar para lá de estourado, ele conseguiu ser aprovado com distinção, uhu!!! É isso aí velhão! Dia 28 te vejo na formatura!

Hoje consegui chegar no trabalho no horário pelo segundo dia consecutivo. Pode parecer bobagem, mas ultimamente havia dias que eu chegava até uma hora atrasado. Culpa dessa droga de insônia crônica, que agora tô combatendo a goles de vinho e conhaque. Se não for assim, pego no sono só lá pelas 4/5 da matina 😛

E dei prá Márcia um DVD. Ela não tem aparelho, mas a irmã dela sim 🙂 Foi um com dois filmes: Cortina de Fumaça e Sem Fôlego. Ambos feitos em 1994 por Wayne Wang, no mesmo cenário e com o Harvey Keitel interpretando o dono de uma tabacaria. O roteiro tem participação do escritor Paul Auster e, no caso de Sem Fôlego, dos vários coadjuvantes (gente pequena feito Madonna, Michael J. Fox e Lou Reed, entre outros) que improvisaram na frente da câmera. Pode parecer que um é continuação do outro, mas não é o caso: enquanto o primeiro é um drama intimista, o segundo pode ser visto como uma coleção de crônicas que complementam o filme anterior. Dois filmes bons que se ligam e que merecem ser vistos, com direito a cenas antológicas, tais como o escritor vendo a foto da esposa no álbum de fotografias da tabacaria e o diálogo entre o balconista e o cineasta Jim Jarmush, que conta a lenda realmente fumou alí, no improviso, seu último cigarro, num dos momentos mais zen do cinema ocidental.

Ah, é claro: porque eu dei esse filme para a Márcia? Bem, há 3 motivos:

  1. Não fiquei com ela esse fim de semana e ela ficou triste por causa disso
  2. Gosto de dar presentes para ela e ver ela feliz
  3. São dois filmes legais de se olhar juntinho, abraçadinho no sofá

Capicce? Pois eu espero que você tenha entendido, já que ela ficou me olhando com uma cara… Sabe aquela do tipo “o que você andou aprontando”? Pois é, essa mesmo.

Não tô com muita vontade de escrever. Talvez outra hora eu fale do fato de ter ficado esse fim de semana sozinho em São Leopoldo prá me recuperar da minha gripe ( a Márcia tá indignada comigo… 🙁 ) e da festa de aniversário do Leandro. Outra hora, não agora, que não tô com vontade de entrar em detalhes.

Falando em detalhes, resolvi não botar mais títulos nos meus posts. Fica só a data e a hora em que foi colocado na rede. Ficava um tempo enorme pensando o que eu ia colocar alí, e dando uma revisada ví que nem sempre o resultado era bom. E como em time que se perde se faz mudança, tô fazendo a minha.

Mas por enquanto é isso. Qualquer coisa se divirta olhando isso. É pornografia infantil pura!
(não, não estou falando sério… É gozação! Se você tem mais de 18 anos vai no site que você vai entender)

Utilidade pública

Você é daqueles que acreditam em tudo? Pois então, dê antes uma passadinha na QuackWatch em português:

Quackwatch, Inc., membro da Federação de Consumidores dos EUA, é uma corporação sem fins lucrativos cujo propósito é combater as fraudes, os mitos, os modismos e as falácias que envolvem a saúde. Sua atenção primária está voltada para as informações relacionadas com o charlatanismo que são difíceis ou impossíveis de se conseguir em outro lugar. Fundado pelo Dr. Stephen Barrett em 1969 como Lehigh Valley Committee Against Health Fraud, foi incorporado em 1970 e assumiu sua denominação atual em 1997. Nossas atividades incluem:

* Investigar alegações questionáveis

* Responder a perguntas
* Distribuir publicações confiáveis

* Relatar marketing ilegal

* Gerar ações de proteção ao consumidor

* Melhorar a qualidade das informações na internet sobre saúde

* Combater propagandas enganosas na internet

Muito interessante de se conhecer, nem que seja para discordar do que alí é colocado como sendo charlatanismo (destaque para a homeopatia) ou prática questionável.

Gripe

A maldita da gripe me pegou de novo 🙁 Estou com uma tosse de cachorro rouco, com as costas doendo e com uma cara nem um pouco boa, segundo minha colega Adriana. Mas ruim mesmo é sentir o cérebro patinando. Que coisa…

Definições, definições

Sinead O‚Connor com certeza é a alegria dos jornalistas. Depois de rasgar a foto do papa, se converter ao judaísmo, de brigar com o judaísmo e de se declarar lésbica, ela resolve se casar com um jornalista judeu. Taí mulher que sabe o que quer da vida. Mas na verdade isso pouco importa. O que importa é que é uma putza de uma cantora!

E falando em judeus, hoje fiquei trocando emails com o Cláudio Shikida, das sempre estranhas e engraçadas Cartas de Porto Alegre e dono do único blog neo-liberal em português do planeta, sobre o fato de sermos descendentes de alemães (meu caso) e de japoneses (o dele). Sem termos nada a ver com a história, muitas vezes somos taxados de nazistas e fascistas, só por causa da nossa ascendência. Por conta dos erros de pessoas que nasceram no mesmo país de onde vieram nossos bizavós temos que agüentar um estereótipo. Ok, haviam alemães nazistas no Brasil durante a época da II Guerra? Haviam japoneses fascistas no Brasil na mesma época? Sim, haviam naquela época e até depois, assim como na Alemanha e no Japão haviam pessoas que não concordavam com o pensamento reinante na época e eram perseguidas, exiladas e até mesmo mandadas para campos de concentração para morrer junto com judeus, coreanos e outros grupos perseguidos na época. Isso a história não costuma contar: que nesses países houve resistência a essas idéias absurdas. E assim fica no mundo a visão americana, de que todos os alemães e japoneses são fascistas, e que pessoas como Schindler eram excessão. Ou será que ele teria conseguido salvar tanta gente se estivesse realmente sozinho? Creio que não.

Brasil não é no Ocidente

Mancada feia do jornal The Guardian, de Londres. Ao elogiar o programa brasileiro contra a AIDS, colocou que:

The Brazilian experience demonstrated that, with the right coaching and labeling, patients in the slums of Sao Paolo were just as capable as their fellow sufferers in the west of sticking to a regime.

Interessante isso: quer dizer que as concepções de Oriente e Ocidente só servem para o hemisfério norte? E agora? Aliás, a Austrália fica aonde?

E contribuindo para o engrandecimento do Miojo como iguaria fina, eis que recebo uma dica do meu amigo professor Meira, da Unisinos:

Para os gourmets do kinojo lamen:

Abra com cuidado seu pacote de miojo para que os fragmentos não voem para todos os lados. Se o supermercado ainda não teve o cuidado de fragmentá-lo, faça-o você mesmo (quando a gente
quer uma coisa bem feita…). Reserve os fragmentos e cozinhe o miojo. Não os três minutos, claro, porque o bom gourmiojo sabe que só se deve cozinhar por dois minutos. Depois de se escorrer a água (claro que se escorre toda a água…), acrescente os fragmentos, o pozinho, e você terá um delicioso kinojo crocante!

Miojo crocante? Hmmm… E por que não?